A segunda etapa da campanha contra a poliomielite começa dia 9 de agosto

A campanha que está sendo realizada pelo Ministério da Saúde tem como objetivo vacinar cerca de 15 milhões de crianças menores de cinco anos contra a poliomielite.

A campanha que teve início no dia 14 de junho tem como slogan a frase “Tem que vacinar, não pode bobear”. Apesar de afetar adultos também, a poliomielite costuma aparecer mais freqüentemente em crianças pequenas. É por isso que o principal alvo da campanha é quem tem menos de 5 anos.

O calendário tradicional de vacinação prevê que toda criança tome a vacina aos dois, quatro e seis meses de vida. Depois é necessário um reforço quando fizer 1 ano e três meses e outro entre quatro e seis anos de idade.

Apesar disso, é recomendável que toda criança com menos de 5 anos, mesmo que já tenha tomado todas as doses da vacina, vá aos postos de vacinação. Assim ela estará ajudando a proteger quem ainda não recebeu a dose. Isso acontece porque nas fezes de quem tomou a vacina está presente a forma atenuada do vírus. Esse agente, ao entrar contato com alguém que ainda não foi imunizado, ajuda a proteger essa pessoa contra a doença.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, os estados de Rondônia , Santa Catarina , Pernambuco, Goiás, Paraná, Distrito Federal e Paraíba já ultrapassaram a meta de vacinar 95% das crianças nessa faixa etária.

Mais de 200 mil pessoas em 70 mil postos foram mobilizadas em todo o país para que a primeira etapa da campanha fosse realizada. Isso tudo para garantir que a poliomielite não volte a ser um problema no Brasil.

Já faz cerca de 20 anos que não há registros de casos da doença no país, mas isso não diminui a importância da vacinação, pois além dela ser a única forma de prevenção da doença o vírus ainda circula em países da África e da Ásia. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) já foram confirmados cerca de 500 casos da enfermidade no mundo apenas esse ano.

A transmissão da poliomielite ocorre quando alguém entra em contato com o excremento de uma pessoa que já está infectada com a enfermidade. Como as fezes do doente costumam ter o vírus da poliomielite qualquer pessoa que entre em contato com esses excrementos pode levar acidentalmente o agente para a boca e se contaminar. Quando isso acontece a doença se espalha pelo organismo e chega ao sistema nervoso podendo causar febre, náuseas, vômitos, dor abdominal e até mesmo meningite.

Cerca de 5% dos infectados desenvolvem algum tipo de paralisia. Infelizmente é comum os casos de pessoas que apenas descobrem que têm poliomielite quando já não há nada a ser feito, ou seja, o quadro de paralisia já é irreversível. O que é bastante comum, já que em 90% dos casos da doença as vítimas não desenvolvem nenhum sintoma, o que impede que a maioria das pessoas se trate a tempo de impedir o desenvolvimento de algum tipo de paralisia.

Fonte: Banco de Saúde – Notícias

Campanha de vacinação contra a gripe 2008: SESC reforça apoio ao idoso em todo o país

O Serviço Social do Comércio (Sesc) vai colaborar com a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, colocando a disposição das secretarias de Saúde suas quase 300 unidades nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, para instalação de postos de vacinação, caso os dirigentes locais considerem necessário. A instituição, que faz parte do “Sistema S” e que participa da campanha desde 2003, é responsável pelo funcionamento de 500 grupos, que contam com a adesão de 150 mil idosos.

“Temos tradição com trabalhos voltados para este segmento da população desde a década de 60 e, por isso, agregamos grande contingente de pessoas”, explica Anderson Dalbone, da Gerência de Saúde do Sesc Nacional.
Além de colocar postos de vacinação em funcionamento, o Sesc também deverá fazer larga divulgação da campanha, por intermédio de mídias mantidas pelo serviço, como o Sintonia Sesc/Senac e TV Sesc/Senac, além de periódicos distribuídos aos profissionais que atuam nos centros de formação.

“Também mandamos para todas as nossas unidades o material de divulgação da campanha que o Ministério da Saúde nos envia”, acrescenta Dalbone.

Vacina – A vacina contra a gripe é produzida com base nas três cepas (subtipo de vírus) de maior circulação no Hemisfério Sul. Essa combinação eleva a capacidade de proteção da vacina. A vacina leva duas semanas para produzir efeito e deve ser tomada todos os anos. Os vírus presentes na vacina estão mortos e não podem se reproduzir e provocar a doença. Isto significa que a vacina não causa gripe.

Só não podem ser vacinados aqueles que têm um quadro raríssimo de alergia comprovada à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.

Comitê de mobilização – O esforço para a vacinação de idosos no Brasil conta com o apoio dos integrantes do Comitê de Divulgação e Mobilização da Campanha de Vacinação do Idoso. Participam do Comitê dezenas de parceiros, tais como os ministérios dos Transportes, Esportes, Trabalho, Defesa, Desenvolvimento Social e Ciência e Tecnologia, além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Organização Pan-americana de Saúde.

Também integram o Comitê o Movimento das Donas de Casa e Consumidores, o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, a Sociedade Brasileira Geriátrica, a Santa Casa de São Paulo, a Federação dos Aposentados e Pensionistas do Distrito Federal, entre outros.

Mais informações
Atendimento ao cidadão
0800 61 1997 ou 61 3315-2425
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3580 ou 3315-2351

Fonte: Ministério da Saúde.

Vacina é única forma de evitar febre amarela

febre amarela

O surgimento de casos de febre amarela no início deste ano provocou uma corrida aos postos de vacinação. A imunização é a única forma de evitar a doença.O governo federal afirma que todos os casos confirmados são da forma silvestre –contraídos em matas localizadas em áreas de risco– e descarta a possibilidade de uma epidemia. A forma urbana da doença não é registrada no país desde 1942.A febre amarela é transmitida pela picada dos mosquitos transmissores infectados. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo e hemorragias, além de pele e olhos amarelados.

A doença, que não possui tratamento específico, pode levar à morte. O paciente deve ser hospitalizado, permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sangüíneas, quando indicado, de acordo com o Ministério da Saúde.

A vacinação é indicada para todas as pessoas que viajam ou vivem em áreas consideradas de risco para a doença –regiões Norte, Centro-Oeste, Maranhão, Minas Gerais, sul da Bahia e do Espírito Santo e oeste do Piauí, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

A vacina é aplicada gratuitamente em postos de saúde de todos os municípios do país, além de salas de vacinação em portos, aeroportos e fronteiras. Pode provocar dor de cabeça, febre e mal estar em algumas pessoas.

A proteção vale por dez anos e deve ser tomada dez dias antes da viagem para a área de risco. A imunização, no entanto, é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos –pessoas com o sistema imunológico debilitado– e pessoas alérgicas a ovo.

Fonte: Folha Online

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