Ministério Público Federal entra com ação por causa de fotos chocantes em maços de cigarros

O Ministério Público Federal em Santa Catarina entrou com uma ação civil pública contra a União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

O MPF pretende com essa ação cancelar a obrigatoriedade das empresas de tabagismo de colocarem nos maços de cigarro as atuais imagens de advertência. Isso porque as figuras lançadas pela ANVISA no último dia 27 de março são extremamente chocantes.

Na ação, o procurador da República em Blumenau, João Marques Brandão Neto, afirma que as gravuras ferem o fundamento constitucional da dignidade do ser humano. O próprio Ministério da Saúde afirmou que, pela primeira vez, as fotos e mensagens destinadas aos maços de cigarro foram produzidas e selecionadas com base em um estudo sobre o grau de aversão que as ilustrações causam.

A pesquisa responsável pelo desenvolvimento das imagens mediu a reação emocional de 212 jovens entre 18 e 24 anos, fumantes e não fumantes. As novas imagens foram consideradas mais chocantes que as anteriores.

Com essas novas gravuras o Ministério da Saúde pretende afastar com mais força os jovens desse vício. Isso porque eles são o principal alvo da publicidade feita pelos fabricantes de cigarros.

Entre as imagens existem ilustrações de um bebê morto dentro de um cinzeiro, uma cirurgia cardíaca, uma mãe e um filho assistindo à morte do pai e o cadáver de um fumante em uma mesa de necrotério.

Como a campanha não está mais restrita as embalagens de cigarro e as imagens podem estar em qualquer estabelecimento público, João Marques acredita que elas demonstram uma falta de respeito com os cidadãos, fumantes ou não, que serão obrigados a conviver com fotos tão feias.

Desde 2001, os fabricantes de produtos de tabaco são obrigados a colocarem fotos nas embalagens de seus produtos ilustrando o mal que o cigarro faz. Nos últimos 20 anos o Programa Nacional de Controle do Tabagismo vem obtendo resultados positivos com a implementação de tal lei. Em 1989, 34,8% da população brasileira fumava, em 2003 essa percentagem baixou para 22,4%.

Fonte: Banco de Saúde

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Tabagismo: Imagens macabras e horripilantes são as novas armas da saúde contra o cigarro

O Ministério da saúde optou por combater pesado o tabagismo. Por isso está utilizando uma estratégia de causar terror no fumante, colocando imagens macabras e bizarras nos maços de cigarro. Até que ponto isso seja bom ou não, só saberemos no futuro. O fato é que, de imediato, o impacto das imagens é muito grande, e pode desencorajar muitos fumantes em sua fase inicial do vício.

“As imagens são fortes. De uma certa forma, radicalizam um pouco a linha que vinha sendo adotada pelo ministério. Mas foram construídas em cima de um conjunto de evidências científicas. Há toda uma avaliação por trás que fortalece essa estratégia”, avaliou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

(Menores de 14 anos e gestantes são desaconselhados a ver estas imagens).
Clique aqui e veja as imagens.

Estas fotos foram elaboradas em comemoração ao Dia Mundial sem Tabaco 2008. O Ministério da Saúde e o INCA lançaram as novas imagens de advertência sanitárias das embalagens dos produtos de tabaco. Pela primeira vez, as fotos e mensagens foram produzidas e selecionadas com base em um estudo sobre o grau de aversão que as ilustrações alcançam.

Fonte: Ministério da Saúde

Tabagismo: Maços de cigarro terão imagens mais “fortes”

O tabagismo é um hábito cada vez mais combatido em todo o mundo. O consumo de cigarros tem diminuído gradativamente ao longo dos anos.
No Brasil, O Ministério da Saúde lançou hoje (27/05/08) as dez novas imagens de advertência que serão impressas no verso das embalagens de cigarro. A estratégia – que utiliza o conceito Fique esperto, começar a fumar é cair na deles – faz parte da campanha Juventude sem tabaco, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2008 para comemorar o Dia Mundial sem Tabaco no próximo sábado (31).

“As imagens são fortes. De uma certa forma, radicalizam um pouco a linha que vinha sendo adotada pelo ministério. Mas foram construídas em cima de um conjunto de evidências científicas. Há toda uma avaliação por trás que fortalece essa estratégia”, avaliou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Veja as imagens.

Ao participar da cerimônia, em Brasília, ele ressaltou que há uma grande preocupação, por parte do governo federal, em relação ao consumo do tabaco entre os jovens. “Percebemos que a indústria desenvolve uma estratégia para capturar essas garotada”. Segundo o ministro, o governo pretende trabalhar com ações de prevenção ao consumo de cigarros dentro das escolas por meio de ações previstas no Programa Mais Saúde (PAC da Saúde).

Temporão destacou que outra preocupação do governo é com relação à propaganda e à publicidade de cigarros – apesar da restrição prevista pela legislação brasileira. “A indústria consegue construir estratégias para tentar contornar esses obstáculos, patrocinando eventos esportivos e culturais.”

Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), explica que as novas imagens foram produzidas de maneira que pudessem ser relacionadas a patologias provocadas pelo consumo do cigarro. “Imagens que tivessem grande potencial aversivo e que, por si só, provocassem uma repulsa visual na sua apresentação.”

Entre as imagens que serão incluídas nos maços de cigarro – e que fazem parte do terceiro grupo de advertências lançadas pelo ministério – está a de um pé mutilado pela gangrena, a de um bebê morto dentro de um cinzeiro e a de uma pessoa que respira por meio de aparelhos e é observada pela família.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Raposo de Melo, garante que a publicação das imagens nos maços de cigarro depende, agora, de uma resolução do órgão. Em seguida, as empresas terão um prazo de até nove meses para que a impressão seja colocada no verso das embalagens.

No Brasil, desde 2001, os fabricantes de produtos de tabaco são obrigados, por lei, a inserir nas embalagens advertências sanitárias ilustradas com fotos e o número do telefone do Disque Saúde – Pare de Fumar, serviço de atendimento gratuito do Ministério da Saúde que tem como objetivo apoiar fumantes a deixar o vício. O Brasil foi o segundo país a adotar essa medida no mundo, depois do Canadá.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil possui 23 milhões de fumantes e registra índices de até 200 mil mortes por ano provocadas pelo consumo do tabaco. Apenas em assistência médica, o custo para o país gira em torno de R$ 400 milhões ao ano – não inclusos gastos com atendimento ambulatorial, realização de exames e consumo de medicamentos.

Amanhã, dia 31 de maio é o dia mundial contra o tabaco. Visite o site da campanha (OMS), incentive amigos e familiares a interromper

Campanha OMS contra tagagismo

Tabagismo: Resumo do último consenso brasileiro sobre abordagem e tratamento do fumante

O tabagismo gera atualmente cerca de 4 milhões de mortes por ano no mundo inteiro, dentro de uma população de 1,3 bilhões de fumantes no planeta. Se o padrão atual de consumo de cigarro não for revertido, o número de mortes poderá chegar a 10 milhões de óbitos anuais em 2030.
Os dados referentes aos malefícios do cigarro já foram devidamente estudados e confirmados. O tabagismo responde atualmente por 40 a 45% de todas as mortes por câncer em geral, 90 a 95% das mortes por câncer de pulmão, 75% das mortes por DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, tendo o Enfisema Pulmonar como exemplo) e 35% das mortes por doenças cardiovasculares (Infarto do Coração e Derrame Cerebral), entre homens e mulheres de 35 a 69 anos de idade.
Apesar destes dados parecerem impressionantes, grande parcela dos fumantes não se convence dos riscos á saúde e predisposição à doenças graves que estão correndo.

O que é?
Tabagismo é o hábito de fumar adquirido por uma pessoa. Por motivos diversos, a pessoa começa a fumar, mas com o tempo aparece a dependência física à nicotina. Estímulos sociais, culturais e comportamentais também reforçam seu hábito e determinam a dependência psicológica ao tabaco.
A dependência à nicotina é semelhante a outras drogas como cocaína, heroína, morfina etc., constituindo um problema médico que requer um tratamento específico.
Desde 1992 a Organização Mundial da Saúde, na Classificação Internacional de Doenças (CID), catalogou o tabagismo como “uma desordem mental e de comportamento em razão da síndrome da dependência à nicotina”.

O que causa a dependência do cigarro?
A nicotina, que é encontrada em todos os derivados do tabaco (charuto, cachimbo, cigarro de palha, cigarros comuns, etc.) é a droga que causa dependência. Esta substância é psicoativa, isto é, produz a sensação de prazer, o que pode induzir ao abuso e à dependência. Ao ser ingerida, produz alterações no cérebro, modificando assim o estado emocional e comportamental dos indivíduos, da mesma forma como ocorre com a cocaína, heroína e o álcool.
Com a ingestão contínua da nicotina, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses cada vez maiores para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início. Esse efeito é chamado de tolerância à droga. Com o passar do tempo, o fumante passa a ter necessidade de consumir cada vez mais cigarros. De tal forma que, a quantidade média de cigarros fumados na adolescência, nove por dia, na idade adulta passa a ser de 20 cigarros por dia. Com a dependência, cresce também o risco de se contrair doenças crônicas e debilitantes, que podem levar à invalidez e à morte.

Quais são as conseqüências?
Muitos estudos desenvolvidos até o momento evidenciam sempre o mesmo: o consumo de derivados do tabaco causa quase 50 doenças diferentes, principalmente as doenças cardiovasculares (infarto, angina,derrame) o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite).

Além disso, esses estudos mostram que o tabagismo é responsável por:
– 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora);
– 25% das mortes causadas por doença coronariana – angina e infarto do miocárdio;
– 45% das mortes causadas por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos;
– 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;
– 85% das mortes causadas por bronquite e enfisema;
– 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
– 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero);
– 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).

O tabagismo ainda pode causar:
– impotência sexual no homem;
– complicações na gravidez;
– aneurismas arteriais;
– úlcera do aparelho digestivo;
– infecções respiratórias;
– trombose vascular.

Como tratar?
1 – Abordagem Cognitivo-Comportamental:
É uma abordagem que combina intervenções cognitivas com treinamento de habilidades comportamentais, e que é muito utilizada para o tratamento das dependências. Esse tipo de tratamento geralmente é feito por psicólogos ou médicos treinados. Os componentes principais dessa abordagem envolvem: 1) a detecção de situações de risco de recaída; 2) o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento. Dentre as várias estratégias empregadas nesse tipo de abordagem, temos, por exemplo, a auto-monitoração, o controle de estímulos e o emprego de técnicas de relaxamento. Em essência, esse tipo de abordagem envolve o estímulo ao auto-controle ou auto-manejo para que o indivíduo possa aprender como escapar do ciclo vicioso da dependência e a tornar-se assim um agente de mudança de seu próprio comportamento.
Os estudos mostram que, qualquer que seja a duração dessa abordagem, há um aumento da taxa de abstinência, ou seja, do tempo que o indivíduo fica sem fumar.
Diante disto, quanto maior o tempo total da abordagem cognitivo- comportamental maior será o tempo em que o indivíduo ficará sem fumar teoricamente.

2 – Tratamento Farmacológico (ou medicamentoso):
O tratamento medicamentoso pode ser utilizado como um apoio, em situações bem definidas, para alguns pacientes que desejam parar de fumar. Esse tratamento tem a função de facilitar a abordagem cognitivo-comportamental, que é a base para parar de fumar.
Existem, no momento, algumas medicações de eficácia comprovada na cessação de fumar. Esses medicamentos eficazes são divididos em duas categorias: medicamentos nicotínicos e medicamentos não-nicotínicos.
Os medicamentos nicotínicos, também chamados de Terapia de Reposição de Nicotina (TRN), se apresentam nas formas de adesivo, goma de mascar, inalador e aerossol. As duas primeiras correspondem a formas de liberação lenta de nicotina, e são, no momento, as únicas formas disponíveis no mercado brasileiro. O inalador e o aerossol são formas de liberação rápida de nicotina e ainda não estão disponíveis em nosso mercado.
Os medicamentos não-nicotínicos são os anti-depressivos bupropiona e nortriptilina, e o anti-hipertensivo clonidina. A bupropiona é o medicamento de eleição nesse grupo, pois segundo estudos científicos, é um medicamento que não apresenta, na grande maioria dos casos, efeitos colaterais importantes.
A TRN (adesivo ou goma de mascar) e a bupropiona são considerados medicamentos de 1ª linha, e devem ser utilizados preferencialmente. A nortriptilina e a clonidina são medicamentos de 2ª linha, e só devem ser utilizados após insucesso das medicações de 1ª linha.
Critérios para utilização do tratamento medicamentoso:
Para prescrição de apoio medicamentoso, sugerimos critérios de acordo com o grau de dependência física da nicotina:
1. Fumantes pesados, ou seja, que fumam 20 ou mais cigarros por dia;
2. Fumantes que fumam o 1º cigarro até 30 minutos após acordar e fumam no mínimo 10 cigarros por dia;
3. Fumantes com escore do teste de Fagerström, igual ou maior do que 5, ou avaliação individual, a critério do profissional;
4. Fumantes que já tentaram parar de fumar anteriormente apenas com a abordagem cognitivo-comportamental, mas não obtiveram êxito devido a sintomas da síndrome de abstinência;
5. Não haver contra-indicações clínicas.

Quais são os benefícios para o organismo ao parar de fumar?
Quando comparadas com as pessoas que continuam a fumar, as que deixam de fumar antes dos 50 anos de idade apresentam uma redução de 50% no risco de morte por doenças relacionadas ao tabagismo após 16 anos sem fumar.
O risco de morte por câncer de pulmão sofre uma redução de 30 a 50% em ambos os sexos após 10 anos sem fumar; e o risco de doenças cardiovasculares (Derrame Cerebral e Infarto do Coração) cai pela metade após um ano sem fumar.

Considerações finais:
Como prevenir o tabagismo?

Pesquisas entre adolescentes no Brasil mostram que os principais fatores que favorecem o tabagismo entre os jovens são a curiosidade pelo produto, a imitação do comportamento do adulto, a necessidade de auto-afirmação e o encorajamento proporcionado pela propaganda. Noventa por cento (90%) dos fumantes iniciaram seu consumo antes dos 19 anos de idade, faixa etária em que o indivíduo ainda se encontra na fase de construção de sua personalidade. Portanto, uma boa educação em saúde, bem como um bom exemplo dos pais, familiares e professores, são essenciais para que uma criança não se torne fumante na idade adulta.

Edição e texto:
Dr. Henrique Braga.

Referência:

Abordagem e Tratamento do Fumante – Consenso 2001. Rio de Janeiro: INCA, 2001
Ministério da Saúde

Tabaco é a droga de 1,3 bilhão de pessoas no planeta

Cigarro Não

Os números são alarmantes. A Organização Mundial da Saúde estima que, a cada dia, 100 mil crianças tornem-se fumantes em todo o mundo. Cerca de 4 milhões de pessoas morrem, por ano, no planeta vítimas do uso do tabaco -metade delas com idades entre 35 e 69, no auge de sua vida produtiva. Nesse ritmo, até 2020, o número de vítimas fatais subirá para 10 milhões de mortes ao ano. Isso porque o tabagismo está ligado a 50 tipos de doenças, como câncer de pulmão, de boca e de faringe, além de cardiopatias.

Segundo a OMS, o fumo é uma das principais causa de morte evitável, hoje, no planeta. Um terço da população mundial adulta – cerca de 1,3 bilhão de pessoas, entre as quais, 200 milhões de mulheres – é de fumantes. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% da população masculina e 12% da população feminina no mundo fuma. Nos países em desenvolvimento, os fumantes somam 48% da população masculina e 7% da população feminina, enquanto nos desenvolvidos, a participação das mulheres mais do que triplica, num total de 42% dos homens e 24% das mulheres.

No Brasil, inquérito realizado recentemente pelo Ministério da Saúde/Instituto Nacional de Câncer mostrou que 18,8% da população brasileira é fumante (22,7% da população masculina e 16% da feminina). Cabe lembrar que em 1989, de acordo com Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (Ministério da Saúde/INAN,1989) este percentual era de cerca de 32%.

Fonte: Ministério da Saúde

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Estresse é o inimigo dos fumantes. Pesquisa inédita revela este fato!

Tabagismo X Produtividade

O Setor de Psicologia do HCor – Hospital do Coração realizou um estudo inédito e identificou os fatores mais freqüentes da recaída no tratamento de fumantes. Durante a pesquisa foram avaliados 61 pacientes fumantes e o resultado apontou que os motivos mais freqüentes para a recaída são estresse (62%) e ansiedade (19%).

Segundo Silvia Cury Ismael, chefe do Setor de Psicologia do HCor, durante a pesquisa foi detectado que o fumante não pode ser tratado apenas com medicação. “Conseguimos verificar que o apoio psicológico é fundamental ao paciente fumante. A conclusão do estudo apresenta um aumento de 20% no sucesso do tratamento em relação ao uso de medicamentos – isto mostra que o fumante não pode ser apenas tratado do ponto de vista físico, mas também do psicológico”, esclarece Silvia.

Além disso, o estudo revela que se o paciente nunca tentou parar de fumar e usa o cigarro como estimulante, ele tem até seis vezes mais chances de recaída. Já no grupo de pacientes insatisfeitos com questões pessoais, o índice de recaída é cinco vezes maior. Um dado alarmante é que estudos realizados revelavam que os jovens começavam a fumar antes dos 19 anos, mais freqüentemente entre 10 e 15 anos, principalmente por influência de pais fumantes e amigos.

Fatores de risco para a recaída:
• maior número de anos que o paciente fuma;
• menor número de cigarros fumados por dia;
• morar com outros fumantes;
• menor teor de nicotina do cigarro;
• menor freqüência nas sessões do tratamento.

Motivos para o paciente fumar:
• Estimulação externa
• Entusiasmo
• Dificuldade de ficar sem fumar em locais proibidos
• Ter dó de si mesmo
• Insatisfação no trabalho
• Insatisfação em relação à vida sexual

Dr. José Hamilton
PROMOVIDA Gestão de Saúde e Produtividade

Tabagismo: Saiba porquê e o que fazer para parar de fumar

Disque Pare de Fumar

No dia 29 de agosto é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

O tabagismo pode levar à dezenas de doenças, dentre estas, vários tipos de cânceres e até mesmo impotência sexual.

Através de inúmeros estudos populacionais, tendo a medicina baseada em evidências como ferramenta de análise principal, constatou-se que 90% dos casos de câncer de pulmão estão diretamente ligados ao péssimo hábito de fumar.

Para mim, só esse dado já seria o suficiente para não fumar. Mas para ter acesso a maiores detalhes sobre o tabagismo no Brasil e no Mundo, bem como uma lista de dezenas de doenças por ele causadas, acesse o link abaixo:
http://www.inca.gov.br/releases/press_release_view.asp?ID=1493

O Ministério da Saúde em conjunto com as Secretarias de Saúde Regionais e o INCA, disponibiliza programas especializados e medicamentos gratuitos para o tratamento do Tabagismo. Saiba mais acessando: http://www.inca.gov.br/tabagismo/
Ou consulte um médico mais próximo de você.

Dica: Em muitos postos de saúde já existem programas de promoção de saúde voltados para o combate ao tabagismo.

Dr. Henrique Braga
PROMOVIDA Gestão Integrada de Saúde e Produtividade