Consumir óleo de peixe previne doença ocular

Especialistas descobriram que ingerir óleo de peixe uma vez por semana pode reduzir as chances de se ter degeneração macular.

Os estudiosos da escola Hygiene & Tropical Medicine de Londres investigaram a relação entre o consumo de peixe, o ácido Omega 3 que se encontra nesse alimento e o tipo mais comum da degeneração macular.

Os participantes da pesquisa foram questionados quanto à quantidade de peixe que ingeriam e qual tipo. No final do estudo foi descoberto que pessoas que comiam óleo de peixe pelo menos uma vez por semana tinham 50% menos chances de desenvolver a enfermidade.

Esse estudo é a primeira pesquisa feita na Europa que mostra que o consumo de Omega 3 ajuda a prevenir a degeneração macular molhada. Os seus resultados são consistentes com pesquisas desenvolvidos nos Estados Unidos e na Austrália.

De acordo com um artigo publicado no jornal americano Clinical Nutrition essa doença é a terceira maior causadora de cegueira no mundo todo. Por isso a importância da descoberta e da divulgação de que o Omega 3 pode de fato prevenir a degeneração macular molhada.

Apesar da descoberta, os pesquisadores não incentivam o consumo de suplementos que contenham a substância Omega 3. Isso porque eles não sabem se esses complementos terão o mesmo efeito que consumir óleo de peixe.

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08 de Agosto: Dia nacional de combate ao colesterol

A escolha de alimentos saudáveis ajuda a controlar o colesterol e a garantir vida longa ao seu coração.

O colesterol é um tipo de gordura que está presente naturalmente no corpo humano. Porém, se o colesterol estiver muito alto, ele pode causar danos às paredes dos vasos sanguíneos arteriais, determinando uma doença chamada de arteriosclerose, aumentando o risco de doenças cardiovasculares como o infarto do coração e o derrame cerebral.

As gorduras e o colesterol não são inimigos, pelo contrário, são essenciais para nosso organismo. O segredo está em escolher alimentos que aumentam o bom colesterol (HDL) e reduzem o mau colesterol (LDL).

Abaixo estão 05 dicas nutricionais de especialistas para melhor controle do colesterol:

1. Use óleos vegetais para na sua cozinha. Azeite de oliva, canola e soja são ricos em gorduras poliinsaturadas. Inclua estes óleos nas preparações de suas saladas, bolos e outras receitas.

2. Fuja das gorduras trans. Nos supermercados, sempre leia os rótulos procurando a quantidade de gordura trans nas informações nutricionais ou mesmo a presença de gordura vegetal hidrogenada ou interesterificada entre os ingredientes. Evite ao máximo.

3. Coma pelo menos uma porção de omega-3 por dia. Procure incluir algum alimento rico em omega-3 durante o dia, pode ser uma porção de peixe, uma salada com azeite ou canola, um lanche com nozes ou castanhas.

4. Escolha carnes magras. Se for comer carne vermelha, procure cortes magros, evitando aqueles excessos de gorduras que acompanham os bifes.

5. Prefira leite desnatado e queijos com pouca gordura.

Você já fez exame para medir o colesterol?

Segundo dados de uma pesquisa desenvolvida em 2006 pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), mais da metade dos brasileiros (53%) nunca haviam feito exame para medir o colesterol. Além disso, cerca de 57% dos entrevistados sequer tinham ouvido falar sobre colesterol ruim (LDL) ou colesterol bom (HDL). Isto demonstra que os brasileiros não têm o hábito de medir o colesterol regularmente.

Diante desses dados sobre o colesterol, torna-se necessária uma maior divulgação e informação à população sobre os riscos e conseqüências que esse lipídio pode causar quando presente em quantidades elevadas no sangue. Desse modo, todos terão a consciência da importância de medir e acompanhar regularmente os níveis de colesterol, visando prevenir a ocorrência de arteriosclerose e doenças cardiovasculares no futuro.

Veja também: Tudo sobre colesterol – Guia 2008

Ajude a divulgar essa campanha!

Campanha para promoção da saúde do homem começa no dia dos pais

O Ministério da Saúde lançará campanha que pretende combater as principais causas de morte dos homens brasileiros. A campanha terá início no dia dos pais deste ano de 2008.

O dia dos pais está chegando e não existe melhor hora para você cuidar de alguém tão especial na sua vida. Foi pensando nisso que o Ministério da Saúde resolveu lançar nesse dia especial a Semana de Promoção da Saúde do Homem. A intenção do governo é criar uma política de promoção e atenção à saúde do homem que atenda uma população de cerca de 40 milhões de brasileiros.

Ao observar que a maioria dos homens no Brasil apenas procurava ajuda médica quando já estavam doentes, o Ministério da Saúde, em parceria com as sociedades brasileiras de Psiquiatria, Urologia, Cardiologia, Pneumologia e Gastroenterologia desenvolveram um levantamento sobre a saúde da população masculina do Brasil.

A pesquisa divulgou as causas de morte mais comuns nos homens do país, focando especialmente aqueles que estão em idade produtiva, ou seja, que têm entre 25 e 59 anos. Nesse grupo o câncer de pulmão e próstata são os que mais matam, mas o infarto do miocárdio, as disfunções sexuais, os acidentes de trânsito, o suicídio e o homicídio também causam muitas mortes.

Além disso, outro objetivo da análise era saber o porquê da população masculina do país não ter o costume de se prevenir de doenças. Em 2007, apenas 2,7 milhões de visitas foram feitas ao urologista. Número pequeno comparado as 16,7 milhões de consultas ginecológicas realizadas no mesmo ano.

O governo espera que com a ajuda de ONGs e universidades ele consiga ter uma visão geral do problema e assim tenha uma política de atenção à saúde do homem feita com legitimidade. Por isso ele pretende gastar cerca de 196 milhões de reais com ela até 2011.

Durante esse período essa política será implementada nas secretarias estaduais e nas capitais. Serão distribuídas por todo o país 26,1 milhões de cartilhas que dão informações sobre doenças especificamente masculinas, mais de 32 mil médicos das equipes de saúde da família e da educação á distancia farão curso de especialização no trato de patologias e cânceres relacionados a genitália masculina. Além disso, existe ainda a vontade de aumentar em 20% ao ano o número de consultas realizadas por homens no Brasil.

Fonte: Banco de Saúde

Microsoft lança bola de cristal digital: MS Surface Sphere

Embora o Microsoft Surface Sphere não seja capaz de prever o futuro, esta nova tecnologia consegue ter uma visão de 360° do presente. O novo invento poderá ter grande aplicação na área médica.

Estreiou recentemente o Microsoft Surface Sphere. Trata-se de uma tecnologia que une a facilidade do “touch screen” com uma nova concepção de informação visual de 360° em imagens e vídeos.

Uma grande esfera digital funciona como um monitor em toda a sua extensão, podendo-se visualizar diferentes imagens e vídeos de diferentes programas ou aplicativos ao mesmo tempo.

A equipe do Banco de Saúde já encontrou uma forma de usar este novo invento na medicina. A facilidade de visualização em ângulo de 360° pode ser usada para monitorar pacientes à distância.

Imagine a aplicação dessa esfera em uma UTI. A aplicação poderia servir para discutir casos complicados em uma videoconferência com especialistas em diferentes localidades.

Um médico experiente poderia ter acesso à imagens do paciente no leito, prescrição médica em curso, exames laboratoriais, imagens de exames radiológicos e informações de sinais vitais como pressão arterial, freqüência cardíaca, saturação de oxigênio e monitor de eletrocardiograma tudo ao mesmo tempo, dispostos em forma de imagens ou vídeos na superfície da esfera digital da Microsoft.

Monitorar ou discutir diagnóstico e tratamentos de pacientes à distância tem sido uma necessidade para populações situadas distantes de grandes centros ou cidades, onde a tecnologia e a presença de especialistas na área da medicina ainda são escassos.

O Microsoft Surface Sphere poderá ajudar a superar barreiras que impedem que populações de vilarejos e cidades distantes tenham acesso a diagnósticos e tratamentos médicos modernos, levando a luz da ciência à esses povoados longínquos.

Assista ao vídeo de lançamento do MS Sphere Surface: Clique aqui!

Pesquisas mostram benefícios da música para saúde

Segundo especialistas, a música pode ajudar no tratamento da dor na recuperação pós-cirúrgica, reabilitação de pessoas com seqüelas de derrame cerebral e de dores crônicas.

A música é usada para tratar doenças desde a Antiguidade, mas os primeiros artigos sobre os efeitos dela no corpo humano foram publicados apenas no século XVIII. Desde então o assunto vem sendo estudado no meio científico, mas sem grandes descobertas.

Hoje em dia já se sabe que melodias agradáveis induzem a liberação de substancias no corpo que causam sensação de prazer e bem estar. Mas aparentemente ainda existe muito para ser estudado sobre o efeito da música nas pessoas.

A música no tratamento de vítimas de derrame cerebral

Recentemente foi descoberto por um grupo de neurocientistas da Universidade de Helsinki na Finlândia, que até mesmo vítimas de derrames cerebrais podem ser beneficiadas com o uso de melodias. Ao constatarem que elas estimulam o sistema nervoso das pessoas, eles perceberam que a música ativa várias áreas do cérebro simultaneamente, até mesmo aquelas danificadas pelo derrame, acelerando o processo de recuperação.

A descoberta foi feita através de um experimento relativamente simples. Cerca de 60 pacientes que haviam tido um derrame foram separados em 3 grupos. O primeiro foi orientado a escutar música, o segundo a escutar livros gravados em fita e o terceiro recebeu apenas o tratamento comum.

Depois de três meses de experimento os especialistas perceberam que a memória verbal do grupo que escutou música melhorou 60%. Já os que escutaram livros gravados 18% e 29% dos que estavam apenas fazendo o tratamento tradicional.

Também a habilidade de resolver conflitos foi diferente entre os grupos. Não houve evolução no segundo e no terceiro, mas no dos pacientes que escutaram música regularmente houve uma melhora de 17%.

Com resultados tão expressivos, o experimento comprova que escutar música no tratamento das seqüelas de um derrame pode ajudar na recuperação do paciente e prevenir a depressão.

A música ajudando a aliviar as dores crônicas

Além do derrame, também as dores crônicas são tratadas com música. Uma pesquisa feita em 2006 nos Estados Unidos pela instituição “Cleveland Clinic Foundation”, descobriu que pacientes tratados com melodias tiveram uma redução 21% maior nas suas dores que os que não ouviam música.

A maioria das 60 pessoas que participaram do experimento relatou que a dor que sentiam antes da musicoterapia atingia várias partes do corpo e era ininterrupta. Todos tinham doenças como a osteoartrite, problemas de hérnia de disco e artrite reumática há mais de 6 anos.

A música como analgésico na recuperação pós-cirúrgica

Essa descoberta se relaciona diretamente com um estudo feito por um residente médico de Harvard, Claudius Conrad. Nele, o residente sugere que a música pode exercer efeitos sedativos e até mesmo a cura por meio da estimulação de um hormônio.

No último mês de dezembro, Conrad publicou um artigo no jornal “Critical Care Medicine”, que revela uma resposta fisiológica à música em pacientes que estavam em tratamento pós-cirúrgico. Ao escutarem Mozart depois que o efeito dos sedativos não agia mais, eles tiveram um tipo de aceleração no hormônio pituritário de crescimento, que é determinante para acura de enfermidades.

A conseqüência disso foi uma redução na pressão sanguínea e nos batimentos cardíacos dos pacientes. Além disso, houve uma menor necessidade deles usarem analgésicos e houve uma queda em alguns dos principais hormônios ligados ao estresse.

Considerando que todas essas descobertas ainda são muito recentes para os parâmetros científicos, a música ainda interpreta um papel coadjuvante na ciência e no tratamento de doentes. Apesar disso, tudo indica que os pesquisadores ainda aprenderão muito com as melodias.

Fonte: Banco de Saúde

Medicamentos prometem emagrecer sem esforço

Descobertos dois novos medicamentos que prometem emagrecer e aumentar a resistência física de usuários sem a necessidade de exercícios físicos diários.

Cientistas do Instituto Médico Howard Hughes e do Instituto Salk para Estudos Biológicos descobriram que os medicamentos GW1516 e o AICAR podem ser a resposta para aquelas pessoas que desejam perder peso sem fazer esforço.

Os pesquisadores descobriram que essas duas substâncias provocaram em ratos de laboratório várias das respostas fisiológicas comuns a organismos que fizeram exercícios físicos. As drogas ajudaram a aumentar a resistência física e a capacidade do corpo das cobaias de queimar gordura.

O estudo divulgado pela revista Cell promete ajudar não apenas a combater a obesidade e o cansaço, mas também auxiliar pessoas que não podem fazer exercícios físicos ou aquelas que têm algum tipo de incapacidade ou transtorno metabólico. Além disso, as novas drogas podem ser uma resposta para aqueles que têm doenças como a distrofia muscular, que ainda é incurável.

As cobaias foram submetidas a vários testes, apesar de os resultados serem diferentes para cada substância, em ambos os casos eles ajudaram as celulares musculares a aumentarem o seu rendimento e contribuíram para que o organismo queimasse uma maior quantidade de gordura.

Apesar dos resultados animadores, ainda não existe nenhuma previsão para que os medicamentos comecem a ser testadas em humanos. Segundo os cientistas responsáveis pela descoberta, ela ainda não foi completamente compreendida e estudada.

Considerando que os jogos olímpicos de Pequim estão muito próximos, o pesquisador Ronald Evans, do Instituto Médico Howard Hughes, afirma que já desenvolveu um teste que pode identificar a presença da droga tanto no sangue como na urina. Por isso ele já entrou em contato com Associação Mundial Antidoping para que ela inclua as substâncias na lista de medicamentos proibidos durante os jogos.

Fonte: Banco de Saúde

Cuil versus Google como mecanismo de busca em saúde

Estreou hoje o novo e aguardado sistema de buscas Cuil que promete indexar páginas da internet de maneira mais rápida e com custos mais baratos que o Google.

Com custos extremamente baixo, Cuil é baseado em novas arquiteturas de buscas e métodos de relevância. Em certas comparações Cuil é o oposto da Powerset, com o qual apresenta custos enormes de indexação devido a profunda analise contextual em cada sentença em uma página de internet. Estes custos seriam ainda mais elevados que os gastos do Google.

Cuil é fundado por respeitados especialistas em buscas. Entre os criadores estão Tom Costello e Anna Patterson, que mais tarde vieram a se unir com Russell Power. Patterson e Power são ex-Googlers especialistas em buscas. Costello era fundador da Xift.

Nos testes feito pelo Saúde do Futuro, as buscas não apresentaram a relevância esperada e está bem atrás do Google. Quando se busca assuntos na área de saúde e doenças os resultados estão muito aquém do google, sendo que as pesquisas de doenças em português custam a apresentar sequer um resultado.

Irá melhorar no futuro? Teremos algo em português? Teremos uma atenção maior para informações em saúde? Não sabemos.

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