Campanha de proteção a mulher – ONU

Nicole Kdman campanha protecao mulherA campanha de proteção a mulher é uma iniciativa da ONU de combate à violência contra mulher, protagonizada por atriz Nicole Kidman (foto), será veiculada em países da União Européia e nações árabes.

Iara Luchiari, Rádio ONU em Nova York.*

Uma campanha da ONU de combate à violência contra mulher recebeu o apoio de líderes da União Européia e também de países árabes como Líbano, Jordânia, Emirados Árabes Unidos e da Autoridade Nacional Palestina.

A campanha “Diga Não à Violência” é organizada pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres, Unifem.

Cerimônia

A iniciativa é apoiada ainda pelas atrizes de Hollywood Nicole Kidman e Reese Witherspoon. Kidman também é embaixadora da Boa Vontade do Unifem.

Leia o boletim de Eduardo Costa, da Rádio ONU em Nova York.

“O apoio de vários chefes de Estado e governo dos países da União Européia foi oficializado durante uma cerimônia, na terça-feira, em Viena, capital da Áustria.

A campanha ‘Diga Não à Violência’ visa combater atos de agressão contra mulheres e conta com a participação da embaixadora da boa vontade do Unifem, Nicole Kidman, e da embaixadora da Avon, Reese Witherspoon.

De acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde, OMS, metade das mulheres, que são assassinadas, foi morta pelos maridos ou companheiros atuais.

Ação Global

Segundo a pesquisa, a violência não ocorre só nos países em desenvolvimento. O número de mulheres que sofreram agressões de seus parceiros ou ex-companheiros chegou a 30% na Grã-Bretanha e a 22% nos Estados Unidos”.

A campanha “Diga Não à Violência” está promovendo também um abaixo-assinado na internet. O objetivo é enviar o documento a líderes internacionais para pedir uma ação global contra a violência feminina.

O site da campanha é http://www.saynotoviolence.org.

Apresentação*: Mônica Villela Grayley, Rádio ONU em Nova York.

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Campanha Incentivo ao Parto Normal

O Ministério da Saúde lançou a Campanha Incentivo ao Parto Normal. A cesariana já representa 43% dos partos realizados no Brasil no setor público e no privado. Nos planos de saúde, esse percentual é ainda maior, chegando a 80%. Já no Sistema Único de Saúde, as cesáreas somam 26% do total de partos. O parto normal é o mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos.

Fonte: Ministério da Saúde

Começa amanhã em 30 cidades brasileiras mutirão contra a hepatite C

Como parte das comemorações pelo Dia Internacional das Hepatites, amanhã (18 de maio) e na segunda-feira (19 de maio), será realizado em Brasília e mais 29 cidades brasileiras, um mutirão contra a hepatite C.

De acordo com a assessoria de imprensa da farmacêutica Roche, organizadora do evento em parceria com centros de saúde, o evento visa conscientizar a população sobre os perigos da doença.

Segundo o infectologista do Programa de Hepatites Virais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Davi Urbaez, a infecção pelo vírus da hepatite C é uma bomba relógio na saúde pública brasileira.

“A hepatite é uma infecção silenciosa [raramente apresenta sintomas]. Existe uma grande quantidade de portadores que não têm conhecimento da doença e só percebem quando chegam a complicações graves”, alerta o médico.

Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que cerca de 180 milhões de pessoas em todo mundo estão infectadas pelo vírus da hepatite B e C.

No Brasil, cerca de cinco milhões de pessoas podem estar contaminadas pelo vírus. “Em termos de números de pessoas, o vírus da hepatite ganha do vírus da Aids de lavada”, disse Urbaez.

Em Brasília os exames rápidos para diagnostico da hepatite C serão realizados na Feira da Ceilândia e no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) da Rodoviária do Plano Piloto.

A resposta da analise é imediata, e se caso a pessoa apresentar resultado positivo, será encaminhada automaticamente para atendimento médico.

O projeto de conscientização sobre a doença já existe no todo o mundo, e este ano mais de 40 países participam do mutirão.

Tabaco é a droga de 1,3 bilhão de pessoas no planeta

Cigarro Não

Os números são alarmantes. A Organização Mundial da Saúde estima que, a cada dia, 100 mil crianças tornem-se fumantes em todo o mundo. Cerca de 4 milhões de pessoas morrem, por ano, no planeta vítimas do uso do tabaco -metade delas com idades entre 35 e 69, no auge de sua vida produtiva. Nesse ritmo, até 2020, o número de vítimas fatais subirá para 10 milhões de mortes ao ano. Isso porque o tabagismo está ligado a 50 tipos de doenças, como câncer de pulmão, de boca e de faringe, além de cardiopatias.

Segundo a OMS, o fumo é uma das principais causa de morte evitável, hoje, no planeta. Um terço da população mundial adulta – cerca de 1,3 bilhão de pessoas, entre as quais, 200 milhões de mulheres – é de fumantes. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% da população masculina e 12% da população feminina no mundo fuma. Nos países em desenvolvimento, os fumantes somam 48% da população masculina e 7% da população feminina, enquanto nos desenvolvidos, a participação das mulheres mais do que triplica, num total de 42% dos homens e 24% das mulheres.

No Brasil, inquérito realizado recentemente pelo Ministério da Saúde/Instituto Nacional de Câncer mostrou que 18,8% da população brasileira é fumante (22,7% da população masculina e 16% da feminina). Cabe lembrar que em 1989, de acordo com Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (Ministério da Saúde/INAN,1989) este percentual era de cerca de 32%.

Fonte: Ministério da Saúde

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