Microsoft lança bola de cristal digital: MS Surface Sphere

Embora o Microsoft Surface Sphere não seja capaz de prever o futuro, esta nova tecnologia consegue ter uma visão de 360° do presente. O novo invento poderá ter grande aplicação na área médica.

Estreiou recentemente o Microsoft Surface Sphere. Trata-se de uma tecnologia que une a facilidade do “touch screen” com uma nova concepção de informação visual de 360° em imagens e vídeos.

Uma grande esfera digital funciona como um monitor em toda a sua extensão, podendo-se visualizar diferentes imagens e vídeos de diferentes programas ou aplicativos ao mesmo tempo.

A equipe do Banco de Saúde já encontrou uma forma de usar este novo invento na medicina. A facilidade de visualização em ângulo de 360° pode ser usada para monitorar pacientes à distância.

Imagine a aplicação dessa esfera em uma UTI. A aplicação poderia servir para discutir casos complicados em uma videoconferência com especialistas em diferentes localidades.

Um médico experiente poderia ter acesso à imagens do paciente no leito, prescrição médica em curso, exames laboratoriais, imagens de exames radiológicos e informações de sinais vitais como pressão arterial, freqüência cardíaca, saturação de oxigênio e monitor de eletrocardiograma tudo ao mesmo tempo, dispostos em forma de imagens ou vídeos na superfície da esfera digital da Microsoft.

Monitorar ou discutir diagnóstico e tratamentos de pacientes à distância tem sido uma necessidade para populações situadas distantes de grandes centros ou cidades, onde a tecnologia e a presença de especialistas na área da medicina ainda são escassos.

O Microsoft Surface Sphere poderá ajudar a superar barreiras que impedem que populações de vilarejos e cidades distantes tenham acesso a diagnósticos e tratamentos médicos modernos, levando a luz da ciência à esses povoados longínquos.

Assista ao vídeo de lançamento do MS Sphere Surface: Clique aqui!

O colesterol e a saúde

O Colesterol é um tipo de gordura que está presente naturalmente no corpo humano. Porém, se o colesterol estiver muito alto, ele pode causar danos às paredes dos vasos sanguíneos arteriais, determinando uma doença chamada de arteriosclerose.

O que é colesterol?

O colesterol é um tipo de lipídeo (ou gordura) que o organismo usa para produzir hormônios, vitamina D e substâncias que auxiliam na digestão.

O corpo humano fabrica todo o colesterol de que precisa. Essa tarefa é desempenhada pelo fígado. O colesterol que é ingerido através de alguns alimentos (como ovos, carnes e derivados do leite) é considerado como fonte extra e, quando o colesterol está bem elevado, ele pode trazer sérias conseqüências para a saúde.

Clique aqui e saiba tudo sobre o colesterol!

Campanha contra hanseniase 2008 está no ar!

Campanha contra hanseníase 2008 está no ar!

No Brasil, 15 mil postos de saúde fazem o diagnóstico e o tratamento da hanseníase. O Ministério da Saúde vai distribuir 100 mil exemplares de cartilha com direitos dos pacientes.

Entre os dias 6 e 20 de julho, o Ministério da Saúde veicula na mídia a campanha contra a hanseníase. A iniciativa vai munir os brasileiros com o máximo de informações para que eles possam ser ativos na prevenção. Quanto mais cedo se identifica a doença, menores as chances de seqüelas. A campanha será transmitida nos canais de TV, rádios e jornais e explica o que é a hanseníase, como se transmite, como identificar os sintomas e como fazer o tratamento adequado.

A cada ano, o Brasil tem 47 mil novos casos da doença. A meta é a detecção precoce de casos, especialmente entre os menores de 15 anos. Espera-se com isso intensificar a identificação e tratamento dos portadores.

No país, 15 mil postos de saúde fazem o diagnóstico. O tratamento da hanseníase – que tem cura – é feito com vários medicamentos fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É importante que a adesão seja efetiva. Se o indivíduo atrasa a dose ou deixa de tomar o remédio, o bacilo pode ficar mais resistente e há um atraso na cura da doença.

CARTILHA – Uma vez identificada a enfermidade, também é importante que o indivíduo faça o autocuidado, com técnicas e exercícios para prevenir incapacidades ou a piora das mesmas. Esses exercícios estão disponíveis na cartilha que o Ministério da Saúde lançou no início de julho com o título Hanseníase e Direitos Humanos – Direitos e Deveres dos Usuários do SUS. Serão distribuídos 100 mil exemplares para gestores, ONGs e Secretaria de Direitos Humanos. A íntegra da cartilha está disponível na página inicial do Portal Saúde (www.saude.gov.br).

O manual aborda questões ligadas ao direito do paciente com hanseníase como informação, garantia de acesso a cirurgias reparadoras, apoio psicológico para o enfrentamento da doença e adaptação das pessoas com incapacidades.

Ainda com o intuito de fornecer mais esclarecimentos aos indivíduos para que eles possam ser ativos na prevenção, o ministério distribuirá dois milhões de panfletos sobre a doença, capacitou 100 profissionais do Disque-Saúde para fornecer informações por telefone e, em parceria com uma empresa de telefonia, lançará um milhão de cartões telefônicos sobre o tema.

Dentre os principais sinais da hanseníase estão: manchas esbranquiçadas, avermelhadas em qualquer parte do corpo, lisas ou elevadas; caroços avermelhados ou castanhos; e áreas da pele que não coçam, mas formigam e ficam dormentes, com diminuição da ausência de dor, de sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque. Também são sinais: engrossamento de certos nervos dos braços, pernas e pescoço, aparecimento de caroços ou inchaços, perda de pêlos nas manchas e perda dos cílios e sobrancelhas.

Telehansen: 0800 26 2001 – Telefone para tirar dúvidas a respeito da hanseníase.

Fonte: Ministério da Saúde

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Tudo sobre hanseníase – Artigo completo.

Depressao: Tudo o que voce precisa saber

Depressão: Reunião das últimas notícias, estudos e pesquisas sobre depressão de forma clara, prática e sem complicações.

Depressao, ou transtorno depressivo, é uma doença que freqüentemente está associada à incapacitação funcional e comprometimento da saúde física. Estimativas apontam que em 2020 será segunda maior causa de incapacidade. Também conhecido como depressao unipolar ou depressão maior.

O que é depressão?

Depressão é uma doença que afeta o sistema nervoso central, interferindo na emoção, percepção, pensamento e comportamento do indivíduo, causando grande sofrimento emocional e prejuízos para vida pessoal, social e profissional.
A depressão não é simplesmente um momento de tristeza, algo normal para todas as pessoas. É um estado que realmente interfere no próprio organismo e nas relações do indivíduo com o trabalho, lazer e família.

O que causa?

Diversos fatores combinados estão associados ao desenvolvimento de um episódio depressivo:

  • Fatores genéticos: Presença de genes relacionados a mal funcionamento de circuitos cerebrais relacionados a adaptação ao estresse e percepção de prazer.
  • Fatores ambientais: Exposição a poluentes pode estar relacionado a um aumento da predisposição à doença.
  • Fatores relacionados a outras condições clínicas: Outras doenças e distúrbios podem precipitar episódios depressivos como alterações hormonais, infecções, tumores e medicamentos. Uso de drogas.
  • Fatores psicológicos: Traumas de infância, separações, perda de pessoas queridas e estresse duradouro.

A combinação destes fatores leva um desequilíbrio nos neurotransmissores, as substâncias de comunicação entre os neurônios do sistema nervoso.

Quais os sintomas da depressão?

Os sintomas da depressão envolvem diversos aspectos do indivíduo, desde funções fisiológicas, passando pelo seu estado de humor até o comportamento social.
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais (DMS IV), os sintomas são:

  • Sentimentos persistentes de tristeza, angústia ou de vazio.
  • Perda de interesse ou prazer nas atividades, incluindo sexo.
  • Sentimentos de culpa, desesperança ou pessimismo.
  • Irritabilidade ou perda de paciência.
  • Cansaço, fadiga ou falta de energia.
  • Dificuldades de concentração ou para lembra de pequenos detalhes.
  • Dificuldade de tomar decisões, insegurança.
  • Insônia, sono fragmentado ou sono não restaurador.
  • Sonolência diurna.
  • Excesso ou redução do apetite.
  • Pensamentos sobre suicido.
  • Dores persistentes que não melhoram com o tratamento. Incluindo dores de cabeça, pelo corpo e no estômago.

Conseqüências da depressão

A depressão traz uma enorme quantidade de sofrimento e prejuízos à vida da pessoa acometida.

  • A principal conseqüência da depressão é o suicido. Mesmo quando o a tentativa não é fatal, suas conseqüências são devastadoras, com seqüelas físicas e psicológicas.
  • Prejuízos nas relações familiares, que pode levar ao isolamento ou até a separação conjugal.
  • Prejuízos na vida profissional, com queda de rendimento, perda de produtividade e aumento de afastamentos.
  • Prejuízos em outros tratamentos médicos. O paciente afetado pela depressão tem menor interesse em cuidar de si mesmo, apresentando menor aderência aos tratamentos. Além disto, o organismo deprimido apresenta menor resposta imunológica.

Diagnóstico da depressão

O diagnóstico do transtorno depressivo é realizado pelo médico, em especial o médico psiquiatra por meio de uma consulta clínica detalhada.

Durante a consulta, por vezes, é necessária a presença dos familiares para auxiliar o diagnóstico.

Também são utilizados exames para subsidiar o diagnóstico, esclarecendo sobre complicações clínicas e outras doenças associadas. Estes exames são solicitados de acordo com o critério clínico de forma personalizada para cada caso, mas alguns podem ser citados por serem os mais comuns:

  • Hemograma completo.
  • Glicose, uréia e creatinina.
  • Dosagens hormonais.
  • Dosagens de eletrólitos.
  • Sorologia para sífilis.
  • Sorologia para HIV (com o consentimento do paciente).
  • Tomografia computadorizada de crânio.
  • Eletroencefalograma.

Tratamento da depressão

O tratamento do transtorno depressivo deve ser feito pelo médico, em especial pelo psiquiatra.
O transtorno depressivo ou depressão é uma doença que pode ser tratada com grande eficiência, apresentando respostas acima de 85%.

O tratamento da depressão é feito com medicamentos chamados de antidepressivos, que agem no sistema nervoso central restaurando o equilíbrio dos circuitos e dos neurotransmissores.

Estes medicamentos NÃO causam dependência, mas só podem ser comprados por meio de receituário médico, por serem substâncias com ação no sistema nervoso central.

Dentre os medicamentos antidepressivos mais comumente empregados estão:

  • Inibidores seletivos de recaptação de serotonina: Fluoxetina, Paroxetina, Fluvoxamina, Sertralina, Citalopram e Escitalopram.
  • Inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina: Venlafaxina e Duloxetina.
  • Inibidores de recaptação de dopamina e noradrenalina: Bupropiona.
  • Antagonistas seletivos de noradrenalina e serotonina: Mirtazapina.
  • Tricíclicos: Amitriptilina, Nortriptilina, Clomipramina e Imipramina.
  • Inibidores da monoaminoxidase: Moclobemida.

Em casos graves, onde existe necessidade de resposta mais rápida, como é o caso de pensamentos suicidas persistentes, o médico pode prescrever a eletroconvulsoterapia (ECT). A ECT é um procedimento indolor, feito sob anestesia, com recuperação rápida (menos de uma hora, o paciente retorna para casa).

Psicoterapia para depressão

Muitas vezes o médico psiquiatra, também recomenda que o paciente faça psicoterapia, conduzida por psicólogo, que quando associada ao tratamento medicamentoso apresenta muitos benefícios, ensinando o indivíduo a se compreender melhor, desenvolver estratégias para lidar com estresse e com outras questões pessoais.

Tratamento da depressão na gravidez

A depressão é uma doença que pode causar danos a gestante e ao seu bebê, portanto merece atenção do médico. Os tratamentos com Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina foram classificados pela Agência de Regulação de Medicamentos Americana (FDA) como categoria B, ou seja “Não há evidências de risco para seres humanos, mas estudos adicionais devem ser desenvolvidos”.
A conclusão é de que o médico deve ponderar entre os riscos e benefícios, escolher um tratamento com riscos mínimos para a gestante e seu bebê.

Tratamentos associados

Adjuvante ao tratamento, existe uma medida também comprovada e eficiente contra a depressão: A prática regular de atividades físicas, mesmo caminhadas moderadas 03 vezes na semana já mostram resultados positivos.

Tratamentos alternativos

Não existem evidências científicas, até o momento, para o emprego de massagens, aromaterapia, florais de Bach ou homeopatia no tratamento da depressão.

Referências

1. Marcelo Pio de Almeida Fleck , Beny Lafer , Everton Botelho Sougey , José Alberto Del Porto , Marco Antônio Brasil e Mário Francisco Juruena. Diretrizes da Associação Médica Brasileira para o tratamento da depressão. Rev Bras Psiquiatr 2003;25(2):114-22.

2. Depression. National Institute of Mental Health. Publication no. 07-3561. Revised 2007. Publicação revisada em 2007 pelo Instituto Americano de Saúde Mental.

Dengue

Dengue

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem anualmente.
No Brasil, a dengue ressurgiu como problema de saúde pública em meados dos anos 80. Desde então, grandes epidemias têm se verificado anualmente no Sudeste e Nordeste. Em algumas regiões do Norte e Nordeste, a dengue tem um padrão endêmico (ou seja, está quase sempre presente nestas regiões durante todo o ano), com aumento da transmissão do vírus variando de acordo com as estações do ano.

O que é a dengue?
A dengue é uma doença infecciosa causada por vírus RNA da família Flaviviridae, popularmente conhecido como vírus da dengue. Existem quatro tipos de vírus da dengue, numerados de 1 a 4. No Brasil, os tipos 1 e 2 são os mais encontrados.
A dengue tem distribuição mundial, mas é mais freqüente nas regiões tropicais. As epidemias variam de acordo com as estações do ano, ocorrendo principalmente no verão, onde o calor e a chuva formam um ambiente muito propício para o desenvolvimento do mosquito transmissor.

Como se dá a transmissão do vírus da dengue?
A transmissão da doença se faz através de um mosquito. Esse mosquito, chamado de Aedes aegypti, pica uma pessoa com dengue, contraindo o vírus. Já contaminado com o vírus da dengue, o mosquito irá picar uma pessoa sadia, inoculando o vírus da dengue na circulação sanguínea desta pessoa. Mais tarde, com a multiplicação do vírus na corrente sanguínea, esta pessoa irá desenvolver os primeiros sintomas da dengue. Geralmente, os sintomas se manifestam após o 3º dia da picada do mosquito.

Sintomas da dengue:
Os sintomas da dengue variam de acordo com os tipos da doença. A forma mais leve é denominada de dengue clássica. A forma mais grave é denominada de dengue hemorrágica.

Sintomas da dengue clássica:
– Febre alta com início súbito.
– Forte dor de cabeça.
– Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
– Perda do paladar e apetite.
– Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
– Náuseas e vômitos• Tonturas.
– Extremo cansaço.
– Moleza e dor no corpo.
– Muitas dores nos ossos e articulações.

Sintomas da dengue hemorrágica:
Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue clássica.
A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais e sintomas de alerta que são descritos a seguir:
– Dores abdominais fortes e contínuas.
– Vômitos persistentes.
– Pele pálida, fria e úmida.
– Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
– Manchas vermelhas na pele.
– Sonolência, agitação e confusão mental.
– Sede excessiva e boca seca.
– Pulso rápido e fraco.
– Dificuldade respiratória.
– Perda de consciência.

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque (pressão baixa, pulso fraco), podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem. O objetivo do Ministério é que esse número seja reduzido a menos de 1%. Por isso, ao primeiro sinal de qualquer um desses sintomas, procure imediatamente um hospital ou posto de saúde mais próximo.

Como se faz o diagnóstico da dengue?
Na prática, o diagnóstico definitivo da dengue é feito através de exames que detectam a produção de anticorpos do organismo contra a dengue. Os anticorpos são moléculas que nosso corpo produz para combater infecções. Diante disto, os cientistas desenvolveram um método rápido e prático para detectar anticorpos contra a dengue, denominado de teste imunoenzimático. Isto garante facilidade e rapidez no diagnóstico em questão.
Exames inespecíficos como a prova do laço e um hemograma completo podem ajudar no diagnóstico da dengue, principalmente em regiões onde o diagnóstico definitivo utilizando-se anticorpos (teste imunoenzimático) não está disponível.

Tratamento da dengue:
Ao ser observado o primeiro sintoma da dengue, deve-se buscar orientação médica no serviço de saúde mais próximo. Só depois de consultar um médico, alguns cuidados devem ser tomados, como:
• Manter-se em repouso.
• Beber muito líquido (inclusive soro caseiro).
• Só usar medicamentos prescritos pelo médico, para aliviar as dores e a febre.

A reidratação oral é uma medida importante e deve ser realizada durante todo o período de duração da doença e, principalmente, da febre. O tratamento da dengue é de suporte, ou seja, alívio dos sintomas, reposição de líquidos perdidos e manutenção da atividade sangüínea.
Em casos de dengue hemorrágica, o paciente deve ficar internado em um hospital para melhor tratamento. Em certos casos, é necessária até mesmo uma internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para melhor monitorização e acompanhamento médico.

Prevenção da dengue:
A prevenção da dengue atualmente envolve atividades baseadas em programas de saúde pública, com participação das comunidades envolvidas, objetivando a remoção e destruição dos locais de procriação do mosquito Aedes aegypti.
Ainda não há vacina disponível para combater a dengue.

Considerações finais:
No período de janeiro a março de 2008, o Ministério da Saúde registrou 120.413 casos de dengue clássica, 647 casos de dengue hemorrágica e a ocorrência de 48 óbitos. Diante disto, o governo federal lançou uma grande campanha de conscientização e combate à dengue, sendo veiculada por rádio, jornais, TV e revistas de todo o território nacional.
Contudo, a diversidade dos tipos de criadouros do mosquito, e o seu número, tornam o combate a dengue um grande desafio de saúde pública. Portanto, o controle desta doença depende do esforço de todos, incluindo comunidades em geral, municípios, governos estaduais e governo federal.

Atenção!
Em caso de suspeita de dengue, procure um serviço de saúde mais próximo o mais rápido possível.

Todo tratamento só deve ser feito sob orientação médica.

Referências:
1 – Ministério da Saúde: Campanha de combate à dengue.
2 – Atualização Terapêutica 2007 – 23ª edição.

As 10 Regras Nutricionais da Perda de Peso

A Nutricionista Nancy Clark da Runners World Magazine reúne aqui as 10 dicas mais importantes para aqueles que desejam perder peso com sucesso.

1. Para perder 05kg de gordura corporal por ano, você precisa ingerir 100 calorias a menos por dia. Cortar calorias de forma exagerada de sua ingestão diária acabará reduzindo seu nível de energia e aumentando muito sua fome, tornando você mais suscetível a lanches de alto valor calórico.

2. Não pule o café da manhã. Alimente-se nas primeiras duas horas do seu dia.

3. Na verdade, coma mais no café da manhã do que você acha que deveria.
Transfira a maioria das calorias do jantar para o café da manhã.

4. Não permita que seu organismo sinta fome.
Alimente-se pelo menos a cada 04 horas, e divida seu lanche ao meio para ter certeza que você esteja alimentado pré e pós exercício. Por exemplo, coma uma banana 30 minutos antes de praticar uma caminhada e uma torrada integral quando terminar.

5. Inclua sempre alimentos ricos em fibras primeiro.
Seu prato ou lanche terá sempre frutas, verduras, feijão, grãos integrais e seus derivados como prioridade. Em seguida entram os peixes, aves e carnes magras. Por último as massas brancas, arroz branco, batatas, mandiocas.

6. Seu objetivo deve ser a perda gradual de gordura corporal.
É mais fácil voltar a ganhar peso, quando se perde rápido demais.

7. Calorias líquidas são rapidamente absorvidas e podem levar ao aumento de peso.
Minimize a quantidade de refrigerantes, sucos, café e álcool.

8. Procure alimentos naturais e não industrializados.
Coma mais frutas, verduras, legumes, grãos e alimentos integrais. Comidas industrializadas, como pão branco, massas brancas não possuem fibras, por isto são menos saciadores. Doces e sorvetes devem ser degustados em pequenas quantidades, não como parte contínua de uma alimentação.

9. Se você não resistir a um fast food, procure por informações nutricionais no cardápio.
Para que você possa escolher lanches menos calóricos. Evite aqueles com palavras “fried” (frito), “crispy” (frito a milanesa), molho especial (gordura vegetal hidrogenada) pois são ricos em calorias.

10. Lembre-se que as barras de cereais nem sempre trazem as fibras que prometem, nem são isentas em calorias.
Procure escolher observando os ingredients e informações nutricionais, buscando aquelas sem gordura TRANS e com maiores quantidades de fibras por porção.

Fonte: Artigo adaptado do original em inglês de Nancy Clark da Runners world Magazine.

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Não é nenhuma surpresa que uma dieta cheia de frituras, porções gigantes, sobremesas avantajadas, álcool e bebidas com açúcar acarretam ganho de peso. Adicionalmente, praticamente não restam dúvidas sobre a origem dos quilos extras quando uma pessoa ingere mais calorias do que queima em atividades físicas cotidianas.

Brasil cria sistema de controle para produção de embriões in vitro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (13), no Diário Oficial da União, uma resolução que institui a criação do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio). De acordo com comunicado do órgão, o sistema tornará possível saber quantos embriões humanos produzidos no país com a fertilização in vitro já foram utilizados e quantos continuam disponíveis. Também permitirá o controle da quantidade de embriões usados em pesquisas científicas ou terapias.

Com a criação do SisEmbrio, as 120 clínicas de reprodução existentes no país passarão a informar, por meio eletrônico, a quantidade de embriões congelados a cada ano e também quantos deles foram doados.

Conforme estabelece a resolução da Anvisa, as clínicas terão 60 dias para informar o número de embriões produzidos até 31 de dezembro de 2007, e que não foram utilizados. Os dados referentes a embriões produzidos após esta data deverão ser atualizados uma vez por ano.

Atualmente a constitucionalidade das pesquisas feitas com células embrionárias está para ser decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).