Microsoft lança bola de cristal digital: MS Surface Sphere

Embora o Microsoft Surface Sphere não seja capaz de prever o futuro, esta nova tecnologia consegue ter uma visão de 360° do presente. O novo invento poderá ter grande aplicação na área médica.

Estreiou recentemente o Microsoft Surface Sphere. Trata-se de uma tecnologia que une a facilidade do “touch screen” com uma nova concepção de informação visual de 360° em imagens e vídeos.

Uma grande esfera digital funciona como um monitor em toda a sua extensão, podendo-se visualizar diferentes imagens e vídeos de diferentes programas ou aplicativos ao mesmo tempo.

A equipe do Banco de Saúde já encontrou uma forma de usar este novo invento na medicina. A facilidade de visualização em ângulo de 360° pode ser usada para monitorar pacientes à distância.

Imagine a aplicação dessa esfera em uma UTI. A aplicação poderia servir para discutir casos complicados em uma videoconferência com especialistas em diferentes localidades.

Um médico experiente poderia ter acesso à imagens do paciente no leito, prescrição médica em curso, exames laboratoriais, imagens de exames radiológicos e informações de sinais vitais como pressão arterial, freqüência cardíaca, saturação de oxigênio e monitor de eletrocardiograma tudo ao mesmo tempo, dispostos em forma de imagens ou vídeos na superfície da esfera digital da Microsoft.

Monitorar ou discutir diagnóstico e tratamentos de pacientes à distância tem sido uma necessidade para populações situadas distantes de grandes centros ou cidades, onde a tecnologia e a presença de especialistas na área da medicina ainda são escassos.

O Microsoft Surface Sphere poderá ajudar a superar barreiras que impedem que populações de vilarejos e cidades distantes tenham acesso a diagnósticos e tratamentos médicos modernos, levando a luz da ciência à esses povoados longínquos.

Assista ao vídeo de lançamento do MS Sphere Surface: Clique aqui!

O leite materno é importante para todas as crianças

O leite materno é importante para todos os bebês. Por isso o Ministério da Saúde se preocupa em divulgar campanhas incentivando a doação.

É fundamental que todos os recém nascidos sejam alimentados exclusivamente com leite materno nos 6 primeiros meses de vida. È devido a isso que a doação de leite é tão importante, pois existem muitos bebês cujas mães não podem amamentar.

As crianças impossibilitadas de receberem o aleitamento materno dependem das doadoras de leite humano. Considerando esse problema, o governo do Brasil se preocupa em fazer todo ano uma campanha incentivando a doação.

No dia 1ª de outubro de 2007 foi lançada pelo Ministério juntamente com a Fiocruz, em comemoração ao dia nacional de doação de leite humano no Brasil, a campanha que tem como slogan a frase: “Para você é leite, para a criança é vida. Doe leite, a vida agradece.” Desde então, todo ano a campanha se repete.

A iniciativa, instituída pelo Ministério da Saúde em 2003, já registrou um aumento de 56,62% na quantidade de leite materno doado desde o inicio do projeto até o ano passado. A realização das campanhas de doação de leite e de estímulo ao aleitamento materno são ações da Política Nacional de Aleitamento Materno. Elas acontecem anualmente no Dia Nacional da Doação de Leite Humano e agora no início de agosto.

Mais informações podem ser encontradas no próprio site do Ministério da Saúde  e Fiocruz.

Fonte: Banco de Saúde

Tabagismo: Maços de cigarro terão imagens mais “fortes”

O tabagismo é um hábito cada vez mais combatido em todo o mundo. O consumo de cigarros tem diminuído gradativamente ao longo dos anos.
No Brasil, O Ministério da Saúde lançou hoje (27/05/08) as dez novas imagens de advertência que serão impressas no verso das embalagens de cigarro. A estratégia – que utiliza o conceito Fique esperto, começar a fumar é cair na deles – faz parte da campanha Juventude sem tabaco, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2008 para comemorar o Dia Mundial sem Tabaco no próximo sábado (31).

“As imagens são fortes. De uma certa forma, radicalizam um pouco a linha que vinha sendo adotada pelo ministério. Mas foram construídas em cima de um conjunto de evidências científicas. Há toda uma avaliação por trás que fortalece essa estratégia”, avaliou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Veja as imagens.

Ao participar da cerimônia, em Brasília, ele ressaltou que há uma grande preocupação, por parte do governo federal, em relação ao consumo do tabaco entre os jovens. “Percebemos que a indústria desenvolve uma estratégia para capturar essas garotada”. Segundo o ministro, o governo pretende trabalhar com ações de prevenção ao consumo de cigarros dentro das escolas por meio de ações previstas no Programa Mais Saúde (PAC da Saúde).

Temporão destacou que outra preocupação do governo é com relação à propaganda e à publicidade de cigarros – apesar da restrição prevista pela legislação brasileira. “A indústria consegue construir estratégias para tentar contornar esses obstáculos, patrocinando eventos esportivos e culturais.”

Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), explica que as novas imagens foram produzidas de maneira que pudessem ser relacionadas a patologias provocadas pelo consumo do cigarro. “Imagens que tivessem grande potencial aversivo e que, por si só, provocassem uma repulsa visual na sua apresentação.”

Entre as imagens que serão incluídas nos maços de cigarro – e que fazem parte do terceiro grupo de advertências lançadas pelo ministério – está a de um pé mutilado pela gangrena, a de um bebê morto dentro de um cinzeiro e a de uma pessoa que respira por meio de aparelhos e é observada pela família.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Raposo de Melo, garante que a publicação das imagens nos maços de cigarro depende, agora, de uma resolução do órgão. Em seguida, as empresas terão um prazo de até nove meses para que a impressão seja colocada no verso das embalagens.

No Brasil, desde 2001, os fabricantes de produtos de tabaco são obrigados, por lei, a inserir nas embalagens advertências sanitárias ilustradas com fotos e o número do telefone do Disque Saúde – Pare de Fumar, serviço de atendimento gratuito do Ministério da Saúde que tem como objetivo apoiar fumantes a deixar o vício. O Brasil foi o segundo país a adotar essa medida no mundo, depois do Canadá.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil possui 23 milhões de fumantes e registra índices de até 200 mil mortes por ano provocadas pelo consumo do tabaco. Apenas em assistência médica, o custo para o país gira em torno de R$ 400 milhões ao ano – não inclusos gastos com atendimento ambulatorial, realização de exames e consumo de medicamentos.

Amanhã, dia 31 de maio é o dia mundial contra o tabaco. Visite o site da campanha (OMS), incentive amigos e familiares a interromper

Campanha OMS contra tagagismo

Saiba um pouco mais sobre a vacina contra a gripe

A vacina
A vacina contra a gripe é produzida com base nas três cepas (subtipo de vírus) de maior circulação no Hemisfério Sul. Essa combinação eleva a capacidade de proteção da vacina. A vacina leva duas semanas para produzir efeito e deve ser tomada todos os anos. Os vírus presentes na vacina estão mortos e não podem se reproduzir e provocar a doença. Isto significa que a vacina não causa gripe.

Só não podem ser vacinados aqueles que têm um quadro raríssimo de alergia comprovada à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.

A doença
A gripe é considerada uma das doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades sanitárias no Brasil e no mundo. No último século, ocorreram três pandemias (epidemia em escala mundial) responsáveis por mais de 50 milhões de mortes, problemas sociais e perdas econômicas: a Gripe Espanhola (1918), a Gripe Asiática (1957) e a Gripe de Hong Kong (1968). Especialistas acreditam que uma nova pandemia poderá acontecer nos próximos anos, provocando milhões de casos da doença. A característica mutável do vírus influenza, causador da gripe, reforça esta hipótese.

A forma e a gravidade da gripe variam muito. Seus principais sintomas são febre, calafrios e mal estar generalizado, freqüentes nos primeiros dias. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza e congestão nasal.

Neste ano, a campanha de vacinação contra a gripe para o idoso começa em 26 de abril e se estenderá até o dia 9 de maio, em todo o Brasil.

Fonte: Ministério da Saúde.

campanha de vacinação do idoso 2008

Campanha de Vacinação do Idoso 2008

O sucesso das edições anteriores da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso determinou uma mudança importante na meta de idosos a serem vacinados em 2008. Ministério da Saúde, governos estaduais, municipais e do Distrito Federal definiram que, neste ano, 80% das pessoas com 60 anos ou mais devem ser vacinadas. O número é 10 pontos percentuais maior que os 70% estabelecidos todos os anos. Isso significa que pelo menos 14,5 milhões de idosos serão vacinados contra a gripe este ano.

O aumento no percentual de cobertura de 70% para 80% se deve à grande adesão da população idosa brasileira à campanha. Em 2007, a vacinação atingiu 86,61% da população alvo. Neste ano, a campanha de vacinação começa em 26 de abril e se estenderá até o dia 9 de maio, em todo o Brasil.

Em sua décima edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso traz o slogan “Não deixe a gripe derrubar você. Vacine-se”. Os objetivos da vacinação são reduzir os casos de gripe, as complicações decorrentes dessa doença e os óbitos entre os idosos.

Estudos nacionais e internacionais mostram que a vacina contra influenza reduz mais de 50% das doenças relacionadas à gripe nos idosos vacinados e, no mínimo, 32% das hospitalizações por pneumonias. Além disso, estudos apontam que há queda de pelos menos 31% das mortes hospitalares por pneumonia e influenza (gripe) e de cerca de 50% das mortes hospitalares relacionadas às doenças respiratórias. Quanto aos óbitos entre idosos, por diversas causas, o percentual de queda varia entre 27% e 30%.

Para garantir a vacinação da população idosa do Brasil, o governo federal investiu R$ 150 milhões na realização dessa campanha, dos quais R$ 127 milhões aplicados na aquisição dos imunobiológicos, R$ 17 milhões transferidos para estados e municípios e R$ 5 milhões para apoiar a operacionalização da ação.

Fonte: Ministério da Saúde.

Campanha de vacinação do idoso 2008

Dados da Política Nacional de Planejamento Familiar

O Ministério da Saúde lançou em março deste ano na Bahia, ampla campanha de esclarecimento e estímulo ao planejamento familiar. A intenção do governo é garantir o maior acesso à informação e aos métodos contraceptivos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Foram entregues a todos os estados e municípios 11 milhões de cartelas de pílulas anticoncepcionais, do total de 50 milhões previstos para este ano.

Até 20 anos atrás, quando foi criado o Sistema Único de Saúde, a cobertura de métodos contraceptivos era de 18,8%  das mulheres em idade fértil atendidas pelo SUS. Hoje, a cobertura é de 100%.

A atenção obstétrica prestada pelo SUS era de 14% e, hoje, chega a 69%. “Crescemos significativamente, mas ainda é uma cobertura insuficiente, nossa meta é chegar a 100% do atendimento pré-natal” – destacou Temporão.

Nesses 20 anos,o número de partos realizados pelo SUS saltou de 31% para 98,6%.

Vasectomia: O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou, em dezembro do ano passado, aumento de 69% no número de vasectomias sem internação, se comparado ao número de procedimentos realizados em maio de 2007, data do lançamento da política. Já o número de vasectomias com internação subiu de 1.916 em maio para 2.321 no mês de dezembro de 2007, o que representa um aumento de 21%.

Anticoncepcionais: A procura pelos anticoncepcionais vendidos nas 4.027 farmácias e drogarias privadas conveniadas e que exibem a marca “Aqui tem Farmácia Popular” apresenta crescimento mês a mês. Em junho, quando os contraceptivos passaram a estar disponíveis nesses estabelecimentos, foram vendidas 7.372 unidades. Em fevereiro, o número chegou a 155.614 unidades. Atualmente, em todo o país, uma média de 170 mil mulheres adquirem, mensalmente, contraceptivos através do sistema.

Preservativos: O Ministério da Saúde começou a distribuição da segunda parcela da compra de um bilhão de preservativos, a maior feita por um governo no mundo. Os 22 milhões de preservativos dessa etapa foram enviados aos estados e a primeira grade, disponibilizada antes do carnaval, foi de 19,5 milhões de preservativos. No mesmo período, também foram distribuídos 428 mil preservativos femininos, que garantiram a oferta da dupla proteção, defendida pela Política Nacional de Planejamento Familiar.

Fonte: Ministério da Saúde.

Estresse: Aprenda a reconhecê-lo para administrá-lo!

Atualmente o estresse é a condição mental mais comumente observada na prática médica, seja em ambulatórios, hospitais ou na medicina do trabalho.
O estresse sempre fez parte da existência humana, sendo necessário ao nosso organismo para adaptar-se e reagir a mudanças, dando possibilidades para tomadas de atitudes em busca de melhorias para si e para o próprio ambiente.
Mas nem sempre o estresse é algo benigno. Passa a ser nocivo quando é mal administrado, quando se torna duradouro ou quando supera a capacidade de adaptação e reação do indivíduo.

O que é estresse?
Estresse não é um diagnóstico, doença, ou síndrome. Estresse é um conjunto de sintomas emocionais ou físicos, não específicos, que podem estar associados ou não a uma doença ou síndrome. A associação do estresse com uma determinada doença irá depender da vulnerabilidade individual; da intensidade, natureza e duração do estresse, além da capacidade do indivíduo em se adaptar ou modificar os recursos disponíveis em seu ambiente.

O que é um fator estressor?
Fator estressor é qualquer evento, acontecimento ou circunstância que exerça influência física, emocional ou mental em um indivíduo. Geralmente os fatores estressores estão relacionados ao convívio social e familiar, ambiente de trabalho, meio ambiente, condição de saúde e situação sócio-econômica do indivíduo, dente outros.

Quais são os sintomas do estresse?
Como já dito, os sintomas são inespecíficos. Podem ser de fundo psicológico como irritabilidade, redução da concentração e memória, insônia, isolamento, desânimo, apatia e emotividade acentuada. Já os sintomas de origem física estão relacionados ao cansaço, fadiga, dores pelo corpo, dores de cabeça, palpitações, quedas de cabelo, dentre outros.

Quais são as conseqüências do estresse?
Para algumas pessoas, o estresse pode causar doenças ou contribuir para uma deterioração da saúde física ou mental. Embora os estudos científicos não tenham chegado a um consenso definitivo, o estresse pode contribuir para o desenvolvimento de graves doenças como o derrame cerebral, infarto do coração, úlceras gástricas e até mesmo a síndrome do intestino irritável. Tudo irá depender da vulnerabilidade de cada indivíduo frente às situações de estresse.
Do ponto de vista psicológico, o estresse pode estar relacionado ao desenvolvimento de transtornos de ansiedade, síndrome do pânico e depressão.

Como tratar o estresse:
Existem diversas maneiras de tratar, aliviar ou administrar o estresse. Dentre as principais, podemos citar:
– Terapias cognitivas e comportamentais: trata-se de um trabalho feito por psicólogos que visa orientar o indivíduo sobre a melhor maneira de administrar o estresse e os fatores estressores, administrar conflitos e resolver problemas.
– Técnicas de relaxamento, como a meditação, por exemplo.
– Prática de atividades físicas regulares.
– Ter uma alimentação saudável.
– Oficinas de estresse para o ambiente de trabalho.
– Em alguns casos, por determinado período, o uso de medicamentos pode ser necessário. Nestes casos, o médico sempre deve ser procurado.

Conclusão:
Combater o estresse não é uma tarefa fácil. Muitas vezes iremos precisar da ajuda de familiares, amigos e colegas de trabalho, principalmente quando a resolução de um fator estressor depende do envolvimento de várias pessoas. Diante disto, a melhor forma de lidarmos com tais situações de estresse é adotarmos hábitos de vida saudáveis com uma boa dieta e a prática atividades físicas regulares, de forma a preparar melhor nosso organismo para os desafios do dia-a-dia.

“A coexistência nos foi imposta, mas a convivência deve ser trabalhada.”
Dr. Júlio Sanderson.

Edição e Texto:
Dr. Henrique Braga.

Referências:

Stress-related conditions. Elk Grove Village (IL): American College of Occupational and Environmental Medicine (ACOEM); 2004. 27 p.

Work Loss Data Institute; 2007 Apr 12. 153 p.