Mulher imune à Aids pode ajudar na cura da doença

Especialistas americanos afirmam que mulher imune ao vírus HIV pode ser o caminho para a cura da Aids.

Na última terça-feira pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, afirmaram que a descoberta de uma mulher que é imune ao HIV pode ajudar na produção de uma vacina para a Aids.

Contaminada há 10 anos, essa mulher consegue controlar naturalmente a doença. Estudos das suas células imunológicas estão oferecendo pistas para os cientistas sobre como seu corpo se comporta.

Pesquisas publicadas na Journal of Virology concluíram que as chamadas células-T CD8 da paciente impediram a replicação do vírus em até 90%, diferente dos portadores de HIV comuns que conseguem na média 30%.

A mulher, que tem a identidade protegida, é a prova viva de que os chamados supressores de elite podem ter vírus ativos e não vírus defeituosos como se pensava anteriormente. De alguma forma, o HIV sofreu uma mutação em seu organismo e ficou mais fraco. Isso significa que o desenvolvimento de uma vacina para tratar a doença está cada vez mais perto.

Os cientistas pretendem estudar o organismo dessa peculiar paciente e descobrir como as células-T CD8 podem atacar o HIV e como deixar o vírus em estado defensivo permanente. Eles também querem saber se a essa mulher tem atividade acima da média do seu sistema antígeno leucocitário.

Fonte: Banco de Saúde – Notícias

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Campanha de proteção a mulher – ONU

Nicole Kdman campanha protecao mulherA campanha de proteção a mulher é uma iniciativa da ONU de combate à violência contra mulher, protagonizada por atriz Nicole Kidman (foto), será veiculada em países da União Européia e nações árabes.

Iara Luchiari, Rádio ONU em Nova York.*

Uma campanha da ONU de combate à violência contra mulher recebeu o apoio de líderes da União Européia e também de países árabes como Líbano, Jordânia, Emirados Árabes Unidos e da Autoridade Nacional Palestina.

A campanha “Diga Não à Violência” é organizada pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres, Unifem.

Cerimônia

A iniciativa é apoiada ainda pelas atrizes de Hollywood Nicole Kidman e Reese Witherspoon. Kidman também é embaixadora da Boa Vontade do Unifem.

Leia o boletim de Eduardo Costa, da Rádio ONU em Nova York.

“O apoio de vários chefes de Estado e governo dos países da União Européia foi oficializado durante uma cerimônia, na terça-feira, em Viena, capital da Áustria.

A campanha ‘Diga Não à Violência’ visa combater atos de agressão contra mulheres e conta com a participação da embaixadora da boa vontade do Unifem, Nicole Kidman, e da embaixadora da Avon, Reese Witherspoon.

De acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde, OMS, metade das mulheres, que são assassinadas, foi morta pelos maridos ou companheiros atuais.

Ação Global

Segundo a pesquisa, a violência não ocorre só nos países em desenvolvimento. O número de mulheres que sofreram agressões de seus parceiros ou ex-companheiros chegou a 30% na Grã-Bretanha e a 22% nos Estados Unidos”.

A campanha “Diga Não à Violência” está promovendo também um abaixo-assinado na internet. O objetivo é enviar o documento a líderes internacionais para pedir uma ação global contra a violência feminina.

O site da campanha é http://www.saynotoviolence.org.

Apresentação*: Mônica Villela Grayley, Rádio ONU em Nova York.

Campanha Incentivo ao Parto Normal

O Ministério da Saúde lançou a Campanha Incentivo ao Parto Normal. A cesariana já representa 43% dos partos realizados no Brasil no setor público e no privado. Nos planos de saúde, esse percentual é ainda maior, chegando a 80%. Já no Sistema Único de Saúde, as cesáreas somam 26% do total de partos. O parto normal é o mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos.

Fonte: Ministério da Saúde

Comissão de Seguridade Social aprova licença maternidade de seis meses

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou hoje (14) o projeto de lei que estende o prazo da licença maternidade de quatro para seis meses. Pelo projeto, a concessão dos 60 dias a mais é opcional, mas as empresa que concederem o benefício às trabalhadoras terão isenção em alguns impostos.

A norma prêve ainda que as trabalhadoras precisam requerer a licença até o final do primeiro mês após o parto para terem acesso ao benefício. A proposta ainda precisa ser analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e também pela de Constituição e Justiça. Depois o projeto segue para o Senado, Casa de origem da matéria.

O projeto, protocolado pela senadora Patrícia Saboya (PDT/CE), começou a tramitar em 2005, a pedido da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBD), autora da norma.

A aprovação da matéria, por unanimidade, deixou os membros SBP ainda mais confiantes. De acordo com o presidente da SBP, Dioclécio Campos Jr, a expectativa é de que até o final de junho a norma seja sancionada. “Nosso projeto tem muita relação com os princípios e natureza dessa comissão. Com o texto aprovado, damos mais um passo para a construção de pilares cada vez mais fortes para a família brasileira”.

Dados da Política Nacional de Planejamento Familiar

O Ministério da Saúde lançou em março deste ano na Bahia, ampla campanha de esclarecimento e estímulo ao planejamento familiar. A intenção do governo é garantir o maior acesso à informação e aos métodos contraceptivos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Foram entregues a todos os estados e municípios 11 milhões de cartelas de pílulas anticoncepcionais, do total de 50 milhões previstos para este ano.

Até 20 anos atrás, quando foi criado o Sistema Único de Saúde, a cobertura de métodos contraceptivos era de 18,8%  das mulheres em idade fértil atendidas pelo SUS. Hoje, a cobertura é de 100%.

A atenção obstétrica prestada pelo SUS era de 14% e, hoje, chega a 69%. “Crescemos significativamente, mas ainda é uma cobertura insuficiente, nossa meta é chegar a 100% do atendimento pré-natal” – destacou Temporão.

Nesses 20 anos,o número de partos realizados pelo SUS saltou de 31% para 98,6%.

Vasectomia: O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou, em dezembro do ano passado, aumento de 69% no número de vasectomias sem internação, se comparado ao número de procedimentos realizados em maio de 2007, data do lançamento da política. Já o número de vasectomias com internação subiu de 1.916 em maio para 2.321 no mês de dezembro de 2007, o que representa um aumento de 21%.

Anticoncepcionais: A procura pelos anticoncepcionais vendidos nas 4.027 farmácias e drogarias privadas conveniadas e que exibem a marca “Aqui tem Farmácia Popular” apresenta crescimento mês a mês. Em junho, quando os contraceptivos passaram a estar disponíveis nesses estabelecimentos, foram vendidas 7.372 unidades. Em fevereiro, o número chegou a 155.614 unidades. Atualmente, em todo o país, uma média de 170 mil mulheres adquirem, mensalmente, contraceptivos através do sistema.

Preservativos: O Ministério da Saúde começou a distribuição da segunda parcela da compra de um bilhão de preservativos, a maior feita por um governo no mundo. Os 22 milhões de preservativos dessa etapa foram enviados aos estados e a primeira grade, disponibilizada antes do carnaval, foi de 19,5 milhões de preservativos. No mesmo período, também foram distribuídos 428 mil preservativos femininos, que garantiram a oferta da dupla proteção, defendida pela Política Nacional de Planejamento Familiar.

Fonte: Ministério da Saúde.