Cuil versus Google como mecanismo de busca em saúde

Estreou hoje o novo e aguardado sistema de buscas Cuil que promete indexar páginas da internet de maneira mais rápida e com custos mais baratos que o Google.

Com custos extremamente baixo, Cuil é baseado em novas arquiteturas de buscas e métodos de relevância. Em certas comparações Cuil é o oposto da Powerset, com o qual apresenta custos enormes de indexação devido a profunda analise contextual em cada sentença em uma página de internet. Estes custos seriam ainda mais elevados que os gastos do Google.

Cuil é fundado por respeitados especialistas em buscas. Entre os criadores estão Tom Costello e Anna Patterson, que mais tarde vieram a se unir com Russell Power. Patterson e Power são ex-Googlers especialistas em buscas. Costello era fundador da Xift.

Nos testes feito pelo Saúde do Futuro, as buscas não apresentaram a relevância esperada e está bem atrás do Google. Quando se busca assuntos na área de saúde e doenças os resultados estão muito aquém do google, sendo que as pesquisas de doenças em português custam a apresentar sequer um resultado.

Irá melhorar no futuro? Teremos algo em português? Teremos uma atenção maior para informações em saúde? Não sabemos.

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Comportamento: Google lança Lively beta

Com o Lively você poderá manter contato e se expressar numa nova dimensão da comunicação via internet.

Com esse novo programa do google, todos poderão ter, montar e decorar o próprio quarto, em ambiente 3D. Além de construir o próprio avatar personalizado.

Lugares, quartos, roupas, mobílias e outros equipamentos poderão ser escolhidos e editados de acordo com o gosto e personalidade do usuário.

O melhor de tudo é que tudo isso servirá para comunicação online entre amigos ou outras pessoas, criando uma grande comunidade 3D online. É uma nova dimensão de chat e relacionamento social via net.

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SAÚDE PÚBLICA:

Campanha de vacinação contra rubéola começa em agosto.

Poluição na China afeta Jogos Olímpicos.

Vídeo sobre os sintomas da Tuberculose estréia na TV.

Canal Saúde debate a relação entre determinantes sociais da saúde, meio ambiente e dengue

O programa Sala de Convidados, do Canal Saúde da Fiocruz, promove nesta segunda-feira (28/4) um debate ao vivo que enfocará de maneira ampliada a epidemia de dengue. Fatores como o crescimento desordenado dos grandes centros urbanos, a degradação ambiental, a falta de saneamento básico e outros serão analisados de que forma podem interferir na epidemia de dengue, que se espalha pelo país. O programa vai ao ar das 12h05 às 14h.

O Rio de Janeiro repete a história de 100 anos atrás, onde graves problemas sociais, decorrentes, em larga medida, de seu crescimento rápido e desordenado serviram de combustível para eclosão de graves epidemias? A febre amarela será a próxima? A partir da lógica do Sistema Único de Saúde (SUS), de gestão compartilhada, quem deve ser responsável por monitorar essas possíveis epidemias? E as autoridades, o que estão fazendo para prevenir novos casos? Recentemente, o Ministério da Saúde deu o alerta: “No ano que vem, 16 estados correm o risco de enfrentar uma epidemia de dengue”. No Rio de Janeiro já foram registrados mais de 110 mil casos, com 92 mortes confirmadas.

Para debater o tema, o Sala de Convidados vai contar com a presença do presidente da Fiocruz, Paulo Buss; do professor e criador do curso de jornalismo ambiental da PUC-RJ, André Trigueiro; do secretário de Saúde de Duque de Caxias, Oscar Berro; e do subsecretário de Estado de Projetos de Urbanismo, Vicente Loureiro.

O programa pode ser assistido na internet ou pela TV. Na internet, basta acessar aqui, clicar na telinha com a inscrição “ao vivo” e participar a partir de um chat associado à transmissão. No caso da televisão é necessário ter uma antena parabólica conectada ao aparelho. O programa será veiculado na freqüência do Canal Saúde (polarização horizontal 3.930 Ghz ou 1.220 Mhz). Perguntas e comentários podem ser feitos por telefone (0800-7018122 – ligação gratuita). Para quem tem acesso por conexão discada há o recurso de áudio independente da imagem.

Fonte: Fiocruz