Tabagismo: Imagens macabras e horripilantes são as novas armas da saúde contra o cigarro

O Ministério da saúde optou por combater pesado o tabagismo. Por isso está utilizando uma estratégia de causar terror no fumante, colocando imagens macabras e bizarras nos maços de cigarro. Até que ponto isso seja bom ou não, só saberemos no futuro. O fato é que, de imediato, o impacto das imagens é muito grande, e pode desencorajar muitos fumantes em sua fase inicial do vício.

“As imagens são fortes. De uma certa forma, radicalizam um pouco a linha que vinha sendo adotada pelo ministério. Mas foram construídas em cima de um conjunto de evidências científicas. Há toda uma avaliação por trás que fortalece essa estratégia”, avaliou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

(Menores de 14 anos e gestantes são desaconselhados a ver estas imagens).
Clique aqui e veja as imagens.

Estas fotos foram elaboradas em comemoração ao Dia Mundial sem Tabaco 2008. O Ministério da Saúde e o INCA lançaram as novas imagens de advertência sanitárias das embalagens dos produtos de tabaco. Pela primeira vez, as fotos e mensagens foram produzidas e selecionadas com base em um estudo sobre o grau de aversão que as ilustrações alcançam.

Fonte: Ministério da Saúde

Tabagismo: Maços de cigarro terão imagens mais “fortes”

O tabagismo é um hábito cada vez mais combatido em todo o mundo. O consumo de cigarros tem diminuído gradativamente ao longo dos anos.
No Brasil, O Ministério da Saúde lançou hoje (27/05/08) as dez novas imagens de advertência que serão impressas no verso das embalagens de cigarro. A estratégia – que utiliza o conceito Fique esperto, começar a fumar é cair na deles – faz parte da campanha Juventude sem tabaco, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2008 para comemorar o Dia Mundial sem Tabaco no próximo sábado (31).

“As imagens são fortes. De uma certa forma, radicalizam um pouco a linha que vinha sendo adotada pelo ministério. Mas foram construídas em cima de um conjunto de evidências científicas. Há toda uma avaliação por trás que fortalece essa estratégia”, avaliou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Veja as imagens.

Ao participar da cerimônia, em Brasília, ele ressaltou que há uma grande preocupação, por parte do governo federal, em relação ao consumo do tabaco entre os jovens. “Percebemos que a indústria desenvolve uma estratégia para capturar essas garotada”. Segundo o ministro, o governo pretende trabalhar com ações de prevenção ao consumo de cigarros dentro das escolas por meio de ações previstas no Programa Mais Saúde (PAC da Saúde).

Temporão destacou que outra preocupação do governo é com relação à propaganda e à publicidade de cigarros – apesar da restrição prevista pela legislação brasileira. “A indústria consegue construir estratégias para tentar contornar esses obstáculos, patrocinando eventos esportivos e culturais.”

Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), explica que as novas imagens foram produzidas de maneira que pudessem ser relacionadas a patologias provocadas pelo consumo do cigarro. “Imagens que tivessem grande potencial aversivo e que, por si só, provocassem uma repulsa visual na sua apresentação.”

Entre as imagens que serão incluídas nos maços de cigarro – e que fazem parte do terceiro grupo de advertências lançadas pelo ministério – está a de um pé mutilado pela gangrena, a de um bebê morto dentro de um cinzeiro e a de uma pessoa que respira por meio de aparelhos e é observada pela família.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Raposo de Melo, garante que a publicação das imagens nos maços de cigarro depende, agora, de uma resolução do órgão. Em seguida, as empresas terão um prazo de até nove meses para que a impressão seja colocada no verso das embalagens.

No Brasil, desde 2001, os fabricantes de produtos de tabaco são obrigados, por lei, a inserir nas embalagens advertências sanitárias ilustradas com fotos e o número do telefone do Disque Saúde – Pare de Fumar, serviço de atendimento gratuito do Ministério da Saúde que tem como objetivo apoiar fumantes a deixar o vício. O Brasil foi o segundo país a adotar essa medida no mundo, depois do Canadá.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil possui 23 milhões de fumantes e registra índices de até 200 mil mortes por ano provocadas pelo consumo do tabaco. Apenas em assistência médica, o custo para o país gira em torno de R$ 400 milhões ao ano – não inclusos gastos com atendimento ambulatorial, realização de exames e consumo de medicamentos.

Amanhã, dia 31 de maio é o dia mundial contra o tabaco. Visite o site da campanha (OMS), incentive amigos e familiares a interromper

Campanha OMS contra tagagismo

Tabagismo: Resumo do último consenso brasileiro sobre abordagem e tratamento do fumante

O tabagismo gera atualmente cerca de 4 milhões de mortes por ano no mundo inteiro, dentro de uma população de 1,3 bilhões de fumantes no planeta. Se o padrão atual de consumo de cigarro não for revertido, o número de mortes poderá chegar a 10 milhões de óbitos anuais em 2030.
Os dados referentes aos malefícios do cigarro já foram devidamente estudados e confirmados. O tabagismo responde atualmente por 40 a 45% de todas as mortes por câncer em geral, 90 a 95% das mortes por câncer de pulmão, 75% das mortes por DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, tendo o Enfisema Pulmonar como exemplo) e 35% das mortes por doenças cardiovasculares (Infarto do Coração e Derrame Cerebral), entre homens e mulheres de 35 a 69 anos de idade.
Apesar destes dados parecerem impressionantes, grande parcela dos fumantes não se convence dos riscos á saúde e predisposição à doenças graves que estão correndo.

O que é?
Tabagismo é o hábito de fumar adquirido por uma pessoa. Por motivos diversos, a pessoa começa a fumar, mas com o tempo aparece a dependência física à nicotina. Estímulos sociais, culturais e comportamentais também reforçam seu hábito e determinam a dependência psicológica ao tabaco.
A dependência à nicotina é semelhante a outras drogas como cocaína, heroína, morfina etc., constituindo um problema médico que requer um tratamento específico.
Desde 1992 a Organização Mundial da Saúde, na Classificação Internacional de Doenças (CID), catalogou o tabagismo como “uma desordem mental e de comportamento em razão da síndrome da dependência à nicotina”.

O que causa a dependência do cigarro?
A nicotina, que é encontrada em todos os derivados do tabaco (charuto, cachimbo, cigarro de palha, cigarros comuns, etc.) é a droga que causa dependência. Esta substância é psicoativa, isto é, produz a sensação de prazer, o que pode induzir ao abuso e à dependência. Ao ser ingerida, produz alterações no cérebro, modificando assim o estado emocional e comportamental dos indivíduos, da mesma forma como ocorre com a cocaína, heroína e o álcool.
Com a ingestão contínua da nicotina, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses cada vez maiores para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início. Esse efeito é chamado de tolerância à droga. Com o passar do tempo, o fumante passa a ter necessidade de consumir cada vez mais cigarros. De tal forma que, a quantidade média de cigarros fumados na adolescência, nove por dia, na idade adulta passa a ser de 20 cigarros por dia. Com a dependência, cresce também o risco de se contrair doenças crônicas e debilitantes, que podem levar à invalidez e à morte.

Quais são as conseqüências?
Muitos estudos desenvolvidos até o momento evidenciam sempre o mesmo: o consumo de derivados do tabaco causa quase 50 doenças diferentes, principalmente as doenças cardiovasculares (infarto, angina,derrame) o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite).

Além disso, esses estudos mostram que o tabagismo é responsável por:
– 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora);
– 25% das mortes causadas por doença coronariana – angina e infarto do miocárdio;
– 45% das mortes causadas por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos;
– 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;
– 85% das mortes causadas por bronquite e enfisema;
– 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
– 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero);
– 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).

O tabagismo ainda pode causar:
– impotência sexual no homem;
– complicações na gravidez;
– aneurismas arteriais;
– úlcera do aparelho digestivo;
– infecções respiratórias;
– trombose vascular.

Como tratar?
1 – Abordagem Cognitivo-Comportamental:
É uma abordagem que combina intervenções cognitivas com treinamento de habilidades comportamentais, e que é muito utilizada para o tratamento das dependências. Esse tipo de tratamento geralmente é feito por psicólogos ou médicos treinados. Os componentes principais dessa abordagem envolvem: 1) a detecção de situações de risco de recaída; 2) o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento. Dentre as várias estratégias empregadas nesse tipo de abordagem, temos, por exemplo, a auto-monitoração, o controle de estímulos e o emprego de técnicas de relaxamento. Em essência, esse tipo de abordagem envolve o estímulo ao auto-controle ou auto-manejo para que o indivíduo possa aprender como escapar do ciclo vicioso da dependência e a tornar-se assim um agente de mudança de seu próprio comportamento.
Os estudos mostram que, qualquer que seja a duração dessa abordagem, há um aumento da taxa de abstinência, ou seja, do tempo que o indivíduo fica sem fumar.
Diante disto, quanto maior o tempo total da abordagem cognitivo- comportamental maior será o tempo em que o indivíduo ficará sem fumar teoricamente.

2 – Tratamento Farmacológico (ou medicamentoso):
O tratamento medicamentoso pode ser utilizado como um apoio, em situações bem definidas, para alguns pacientes que desejam parar de fumar. Esse tratamento tem a função de facilitar a abordagem cognitivo-comportamental, que é a base para parar de fumar.
Existem, no momento, algumas medicações de eficácia comprovada na cessação de fumar. Esses medicamentos eficazes são divididos em duas categorias: medicamentos nicotínicos e medicamentos não-nicotínicos.
Os medicamentos nicotínicos, também chamados de Terapia de Reposição de Nicotina (TRN), se apresentam nas formas de adesivo, goma de mascar, inalador e aerossol. As duas primeiras correspondem a formas de liberação lenta de nicotina, e são, no momento, as únicas formas disponíveis no mercado brasileiro. O inalador e o aerossol são formas de liberação rápida de nicotina e ainda não estão disponíveis em nosso mercado.
Os medicamentos não-nicotínicos são os anti-depressivos bupropiona e nortriptilina, e o anti-hipertensivo clonidina. A bupropiona é o medicamento de eleição nesse grupo, pois segundo estudos científicos, é um medicamento que não apresenta, na grande maioria dos casos, efeitos colaterais importantes.
A TRN (adesivo ou goma de mascar) e a bupropiona são considerados medicamentos de 1ª linha, e devem ser utilizados preferencialmente. A nortriptilina e a clonidina são medicamentos de 2ª linha, e só devem ser utilizados após insucesso das medicações de 1ª linha.
Critérios para utilização do tratamento medicamentoso:
Para prescrição de apoio medicamentoso, sugerimos critérios de acordo com o grau de dependência física da nicotina:
1. Fumantes pesados, ou seja, que fumam 20 ou mais cigarros por dia;
2. Fumantes que fumam o 1º cigarro até 30 minutos após acordar e fumam no mínimo 10 cigarros por dia;
3. Fumantes com escore do teste de Fagerström, igual ou maior do que 5, ou avaliação individual, a critério do profissional;
4. Fumantes que já tentaram parar de fumar anteriormente apenas com a abordagem cognitivo-comportamental, mas não obtiveram êxito devido a sintomas da síndrome de abstinência;
5. Não haver contra-indicações clínicas.

Quais são os benefícios para o organismo ao parar de fumar?
Quando comparadas com as pessoas que continuam a fumar, as que deixam de fumar antes dos 50 anos de idade apresentam uma redução de 50% no risco de morte por doenças relacionadas ao tabagismo após 16 anos sem fumar.
O risco de morte por câncer de pulmão sofre uma redução de 30 a 50% em ambos os sexos após 10 anos sem fumar; e o risco de doenças cardiovasculares (Derrame Cerebral e Infarto do Coração) cai pela metade após um ano sem fumar.

Considerações finais:
Como prevenir o tabagismo?

Pesquisas entre adolescentes no Brasil mostram que os principais fatores que favorecem o tabagismo entre os jovens são a curiosidade pelo produto, a imitação do comportamento do adulto, a necessidade de auto-afirmação e o encorajamento proporcionado pela propaganda. Noventa por cento (90%) dos fumantes iniciaram seu consumo antes dos 19 anos de idade, faixa etária em que o indivíduo ainda se encontra na fase de construção de sua personalidade. Portanto, uma boa educação em saúde, bem como um bom exemplo dos pais, familiares e professores, são essenciais para que uma criança não se torne fumante na idade adulta.

Edição e texto:
Dr. Henrique Braga.

Referência:

Abordagem e Tratamento do Fumante – Consenso 2001. Rio de Janeiro: INCA, 2001
Ministério da Saúde

Incidência de Câncer no Brasil – Estimativa 2008 – INCA

A vigilância é um dos componentes fundamentais para o planejamento e monitoramento da efetividade de programas de controle de câncer bem como a avaliação de seu desempenho. Um sistema de vigilância estruturado fornece informações sobre a magnitude e o impacto do câncer, como também sobre o efeito das medidas de prevenção, detecção precoce, tratamento e cuidados paliativos. Os registros de câncer (de base populacional e hospitalares) são parte deste sistema de vigilância.Para o estabelecimento de medidas efetivas de controle do câncer fazem-se necessárias informações de qualidade sobre sua distribuição de incidência e mortalidade, o que possibilita melhor compreensão sobre a doença e seus determinantes; formulação de hipóteses causais; avaliação dos avanços tecnológicos aplicados à prevenção e tratamento, bem como a efetividade da atenção à saúde. As informações sobre mortalidade por câncer, de abrangência nacional, têm sido amplamente utilizadas como alternativa viável frente à realidade das informações sobre incidência não serem representativas do país. No entanto, esta estratégia se mostra pouco capaz de permitir a real compreensão da magnitude do problema uma vez que existem diferenças importantes, entre os vários tipos de câncer, em função da letalidade e da sobrevida. Para os tumores de maior letalidade a mortalidade permite uma aproximação do que seria a incidência, o que não acontece com aqueles de melhor prognóstico como é o caso dos tumores de mama feminina e próstata. Em 2005, de um total de 58 milhões de mortes ocorridas no mundo, o câncer foi responsável por 7,6 milhões, o que representou 13% de todas as mortes. Os principais tipos de câncer com maior mortalidade foram: pulmão (1,3 milhão); estômago (cerca de 1 milhão); fígado (662 mil); cólon (655 mil); e, mama (502 mil). Do total de óbitos por câncer ocorridos em 2005, mais de 70% ocorreram em países de média ou baixa renda (WHO, 2006). Estima-se que em 2020 o número de casos novos anuais seja da ordem de 15 milhões. Cerca de 60% destes novos casos ocorrerão em países em desenvolvimento. É também conhecido que pelo menos um terço dos casos novos de câncer que ocorrem anualmente no mundo poderiam ser prevenidos. Parkin e colaboradores (2001) estimaram para o ano de 2000 que o número de casos novos de câncer em todo o mundo seria maior que 10 milhões. Os tumores de pulmão (902 mil casos novos) e próstata (543 mil) seriam os mais freqüentes no sexo masculino, enquanto que no sexo feminino as maiores ocorrências seriam os tumores de mama (1 milhão de casos novos) e de colo do útero (471 mil).

No Brasil, as estimativas para o ano de 2008 e válidas também para o ano de 2009, apontam que ocorrerão 466.730 casos novos de câncer. Os tipos mais incidentes, à exceção do câncer de pele do tipo não melanoma, serão os cânceres de próstata e de pulmão no sexo masculino e os cânceres de mama e de colo do útero no sexo feminino, acompanhando o mesmo perfil da magnitude observada no mundo.

Em 2008 são esperados 231.860 casos novos para o sexo masculino e 234.870 para sexo feminino. Estima-se que o câncer de pele do tipo não melanoma (115 mil casos novos) será o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (49 mil), mama feminina (49 mil), pulmão (27 mil), cólon e reto (27 mil), estômago (22 mil) e colo do útero (19 mil) (Figura 1).

Os tumores mais incidentes para o sexo masculino, (Tabela 4) serão devidos ao câncer de pele não melanoma (56 mil casos novos), próstata (49 mil), pulmão (18 mil), estômago (14 mil) e cólon e reto (12 mil). Para o sexo feminino (Tabela 5), destacam-se os tumores de pele não melanoma (59 mil casos novos), mama (49 mil), colo do útero (19 mil), cólon e reto (14 mil) e pulmão (9 mil).

A distribuição dos casos novos de câncer segundo localização primária é bem heterogênea entre estados e capitais do país; o que fica bem evidenciado ao observar-se a representação espacial das diferentes taxas brutas de incidência. As regiões Sul e Sudeste, de uma maneira geral, apresentam as maiores taxas, enquanto que as regiões Norte e Nordeste mostram as menores taxas. As taxas da região Centro-Oeste apresentam um padrão intermediário.

Diante deste cenário fica clara a necessidade de continuidade em investimentos no desenvolvimento de ações abrangentes para o controle do câncer, nos diferentes níveis de atuação, como: na promoção da saúde, na detecção precoce, na assistência aos pacientes, na vigilância, na formação de recursos humanos, na comunicação e mobilização social, na pesquisa e na gestão do SUS.

A publicação “Estimativa 2008: Incidência de Câncer no Brasil”, agora com atualização bienal, conserva seu objetivo de subsidiar gestores e planejadores na área da saúde com informações atualizadas sobre o número de casos novos esperados de câncer. Agradecemos a todos os Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) com informações consolidadas que contribuíram para que esta análise se concretizasse e fosse conquistado o desejável acréscimo de qualidade e atualidade das informações.

Fonte: INCA

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10 Dicas para se proteger do Câncer

Todo ano, no dia 27 de Novembro, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) lança uma campanha para prevenção e detecção precoce no combate ao câncer.

Esta campanha tem como prioridade o combate ao tabagismo, fornecer dicas para uma alimentação mais saudável e dar recomendações para prática de atividades físicas e uso racional de bebidas alcoólicas. Além de alertar para a proteção da pele à exposição de raios solares e manter uma boa higiene bucal. Todas atividades preventivas.

Com relação às atividades de detecção precoce do câncer, existem exames práticos para avaliação da próstata, mamas, útero e intestino.

Sabemos que a prevenção de doenças é um fator fundamental para se ter uma boa qualidade de vida. Para prevenir é preciso ter consciência do que está se fazendo. Diante disto, o INCA lançou uma cartilha explicativa para a prevenção e detecção precoce do câncer, que está disponível no link em anexo. http://www.inca.gov.br/eventos/dncc/2006/10dicas.PDF

Esta atitude de promoção de saúde do INCA é muito louvável. Estão de parabéns! Um grande exemplo a ser seguido por todos nós.

Dr. Henrique Braga
Promovida Gestão de Saúde e Produtividade