Grávidas que enjoam mais têm mais chances de ter meninas

Diversos estudos sugerem que as mulheres que têm mais enjôos durante a gravidez são aquelas que costumam ter filhas mulheres.

Um estudo desenvolvido recentemente por epidemiologistas da Universidade de Washington observou grávidas com uma condição chamada “hyperemesis gravidarum”, que causa enjôos muito fortes, e gestantes que não tinham as comuns náuseas observadas durante a gestação.

Ao todo eram 11.893 gestantes, sendo que 9.783 faziam parte do segundo grupo, ou seja, aquelas que não enjoavam, e 2.110 do primeiro grupo, mulheres que chegaram a ser hospitalizadas por causa dos enjôos no primeiro trimestre de gravidez.

Ao final do estudo os pesquisadores descobriram que quanto mais doente uma grávida estava mais chances de ter uma filha menina ela tinha.

Outras pesquisas publicadas em revistas como a “The Lancet” e “Epidemiology”, tiveram resultados parecidos. O motivo para que isso aconteça ainda não é claro, mas acredita-se que seja por causa de hormônios liberados pelo feto feminino durante a gestação.

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Campanha Incentivo ao Parto Normal

O Ministério da Saúde lançou a Campanha Incentivo ao Parto Normal. A cesariana já representa 43% dos partos realizados no Brasil no setor público e no privado. Nos planos de saúde, esse percentual é ainda maior, chegando a 80%. Já no Sistema Único de Saúde, as cesáreas somam 26% do total de partos. O parto normal é o mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos.

Fonte: Ministério da Saúde

Dados da Política Nacional de Planejamento Familiar

O Ministério da Saúde lançou em março deste ano na Bahia, ampla campanha de esclarecimento e estímulo ao planejamento familiar. A intenção do governo é garantir o maior acesso à informação e aos métodos contraceptivos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Foram entregues a todos os estados e municípios 11 milhões de cartelas de pílulas anticoncepcionais, do total de 50 milhões previstos para este ano.

Até 20 anos atrás, quando foi criado o Sistema Único de Saúde, a cobertura de métodos contraceptivos era de 18,8%  das mulheres em idade fértil atendidas pelo SUS. Hoje, a cobertura é de 100%.

A atenção obstétrica prestada pelo SUS era de 14% e, hoje, chega a 69%. “Crescemos significativamente, mas ainda é uma cobertura insuficiente, nossa meta é chegar a 100% do atendimento pré-natal” – destacou Temporão.

Nesses 20 anos,o número de partos realizados pelo SUS saltou de 31% para 98,6%.

Vasectomia: O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou, em dezembro do ano passado, aumento de 69% no número de vasectomias sem internação, se comparado ao número de procedimentos realizados em maio de 2007, data do lançamento da política. Já o número de vasectomias com internação subiu de 1.916 em maio para 2.321 no mês de dezembro de 2007, o que representa um aumento de 21%.

Anticoncepcionais: A procura pelos anticoncepcionais vendidos nas 4.027 farmácias e drogarias privadas conveniadas e que exibem a marca “Aqui tem Farmácia Popular” apresenta crescimento mês a mês. Em junho, quando os contraceptivos passaram a estar disponíveis nesses estabelecimentos, foram vendidas 7.372 unidades. Em fevereiro, o número chegou a 155.614 unidades. Atualmente, em todo o país, uma média de 170 mil mulheres adquirem, mensalmente, contraceptivos através do sistema.

Preservativos: O Ministério da Saúde começou a distribuição da segunda parcela da compra de um bilhão de preservativos, a maior feita por um governo no mundo. Os 22 milhões de preservativos dessa etapa foram enviados aos estados e a primeira grade, disponibilizada antes do carnaval, foi de 19,5 milhões de preservativos. No mesmo período, também foram distribuídos 428 mil preservativos femininos, que garantiram a oferta da dupla proteção, defendida pela Política Nacional de Planejamento Familiar.

Fonte: Ministério da Saúde.