Como se faz o diagnóstico do diabetes?

Diagnóstico do diabetes:

O teste da dosagem sanguínea da glicemia (ou glicose) em jejum é o teste de escolha para diagnóstico do diabetes tipo 1 e tipo 2 em crianças, homens e mulheres não-gestantes. Em gestantes, o teste de escolha é o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG). Caso alguns destes testes sejam positivos, um segundo teste (realizado em outro dia) será necessário para confirmar o diagnóstico de diabetes mellitus.

Abaixo seguem os valores das taxas de glicose no sangue (ou glicemia) utilizados para fazer o diagnóstico do diabetes mellitus tipo 1 ou do tipo 2.

Teste da glicose em jejum (ou glicemia de jejum):

Valores de glicose sanguínea iguais ou maiores que 126 mg/dl (miligramas por decilitro) indicam a presença de diabetes. Nestes casos, o jejum deve ser de 8 horas.

Teste de Tolerância Oral à Glicose – TTOG:

Valores de glicose sanguínea iguais ou maiores que 200 mg/dl (miligramas por decilitro), quando dosada 2 horas pós ter ingerido 75 g (gramas) de glicose dissolvida em água, indicam a presença de diabetes.

Dosagem aleatória de glicose sanguínea:

Valores de glicose sanguínea iguais ou maiores que 200 mg/dl, quando dosada em qualquer hora do dia, mesmo não estando de jejum, podem indicar a presença de diabetes quando o indivíduo já apresenta os sintomas de diabetes.

Observação: No diabetes gestacional, geralmente os níveis de glicose de jejum podem estar dentro da normalidade. Por isso, nesses casos, um Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) é indicado. Para gestantes, o TOTG é diferente do citado acima. Nestes casos, a glicose é medida em jejum e checada por 2 ou 3 vezes após ter ingerido uma solução de glicose. Devido à complexidade do teste, recomendamos que o mesmo seja sempre prescrito e avaliado por médicos.

Fonte: Banco de Saúde – Diabetes Mellitus

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O que é diabetes?

O que é diabetes?

Conceito: Diabetes Mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal da glicose ou açúcar no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo, mas quando em excesso, pode trazer várias complicações à nossa saúde.

A origem do nome Diabetes é muito antiga, vem do grego, que quer dizer “sifão”, fazendo referência ao excesso de sede que os pacientes com diabetes tinham, havendo também excesso de urina. Mais tarde os médicos descobriram que a urina desses pacientes era meio adocicada, dando o nome Mellitus, que em latim quer dizer mel ou adocicado. Desse modo, esta doença que causava excesso de sede, produzindo urina em excesso e adocicada, passou a se chamar Diabetes Mellitus (DM).

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