O velocista Asafa Powell reclamou do número excessivo de exames antidoping aos quais está tendo que se submeter nas olimpíadas.
A promessa de que o doping seria bastante combatido em Pequim está sendo cumprida, mas há quem diga que os organizadores dos jogos estão pecando pelo exagero.
O velocista jamaicano Asafa Powell, ex-recordista mundial dos 100 metros rasos, reclamou na última quarta-feira da quantidade de exames que teve que fazer. O atleta já foi submetido a quatro testes antidoping desde que chegou a Pequim.
Apesar de Powell ter concordado em participar de um programa voluntário contra o doping, ele afirma que os exames excessivos podem comprometer o seu rendimento nos jogos.
Os atletas que se inscreveram no programa aceitaram previamente que se submeteriam a um número ilimitado de exames antidoping durante os jogos, mas Powell não pensou que a quantidade de testes seria tão grande. Ele afirmou que vai estar muito debilitado para a final dos 100 metros devido à grande quantidade de sangue que cedeu para os testes antidoping.
O velocista tem como principal objetivo ganhar o título olímpico nos 100 metros rasos. Ele terá como principais adversários o americano Tyson Gay e seu compatriota Usain Bolt.
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